sexta-feira, 24 de abril de 2009

ALGUNS PONTOS FUNDAMENTAIS E PRINCÍPIOS





Orientados pelos princípios de liberdade, democracia e ordem, os membros da Chapa 4 (Aliança pela Liberdade) trazem, com a finalidade de colaborar para o desenvolvimento científico e o bem estar da comunidade acadêmica, as seguintes propostas e reafirmam os seguintes princípios:

A. Instalar sistema Wi-fi em todo o campus, buscando parcerias com empresas do ramo a fim de atingir o objetivo sem onerar demasiadamente o erário.
B. Aperfeiçoar o sistema de segurança nos campi, com especial enfoque para nossos estacionamentos e para a defesa da mulher em sua dignidade e integridade física.
C. Elaborar e efetivar programas que combatam os focos de mosquitos da dengue na UnB.
D. Promover medidas institucionais que incentivem o aumento de concessões dentro dos campi, tais como lanchonetes, livrarias e outros estabelecimentos que sejam necessários.
E. Defender o aumento de convênios com renomadas universidades estrangeiras, visando à capacitação técnico-científica de estudantes de graduação e pós-graduação e docentes.
F. Promover a integração científico-social entre os campi da UnB.
G. Questionar cursos exclusivos para o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, UDR, TFP, ou quaisquer associações afins.
H. Defender o reforço de processos que tenham o mérito acadêmico e o esforço intelectual individual como requisito absoluto para a seleção de novos membros da comunidade acadêmica.
I. Manter e intensificar a fiscalização da Reitoria como método de garantir a transparência e a moralidade nos gastos públicos na Universidade. Para tanto defenderemos a vinculação de um site que disponibilize periodicamente todos os gastos e movimentação da Fundação Universidade de Brasília (a exemplo do Portal Transparência) ao site unb.br.
J. Defender a contínua simplificação dos processos administrativos.
K. Aperfeiçoar o processo sinérgico entre a UnB, os Três Poderes, a sociedade civil e a iniciativa privada.
L. Fortalecer e patrocinar das Empresas Júnior como método de promoção de uma cultura empreendedora na comunidade discente da UnB.
M. Prover instrumentos para o delineamento de uma política de sustentabilidade em todos os campi da UnB, inclusive pela utilização de novas tecnologias que diminuam o desperdício de recursos naturais e diminuam os gastos da Universidade com infra-estrutura.
N. Estimular trotes com orientação pacífica e cidadã.
O. Atuar com responsabilidade e sem paixões ideológicas diante da possibilidade de qualquer greve por parte de qualquer segmento dentro da Universidade de Brasília.
P. Apoiar a existência das Fundações de Apoio na UnB. Isto se dará pela difusão entre os alunos de graduação e pós-graduação de informações a respeito do funcionamento das fundações. A idéia é divulgar e promover seminários e palestras organizadas pelas Fundações voltadas para o público específico de estudantes da UnB. Isto facilitará o acesso aos editais e, consequentemente, ao financiamento e desenvolvimento de projetos de pesquisa.

6 comentários:

Anônimo disse...

Duas dúvidas honestas:

1 - Como a prática de um sistema paritário põe alguma dificuldade a prática científica? No meu entender, essa colocação me parece o mesmo maniqueísmo que outra chapa tem de que os professores são maus e os estudantes são bons... no caso de vocês a lógica é mesma só mudando que é bom e quem é mal...

2 - Como o processo pode ser vantajoso ao reitor? Como vocês bem sabem, o reitor tem um reduzido apoio entre os professores e promoveria a maior participação de estudantes opositores a ele, como vocês. Vejo que o reitor prefira mais a manutenção do status quo do que a mudanças bruscas e diminuição do seu poder mesmo que isso faça com que o direito não seja achado na rua ou no DCE.

Saliento o meu respeito aos integrantes da chapa

Abraços,
Raduan

Deco disse...

1-O cálculo nos parece simples. A primeira coisa importante: professores são mais preparados academicamente que os alunos. Fato: mais anos de estudo, mais trabalho, mais pesquisa, mais títulos. Relativizar isto me parece absurdo! Os alunos devem ter voz e voto nos conselhos para trazer suas demandas e contribuições, mas isto não se deve dar de forma igualitária por uma razão em espcial: capacitação dos alunos. E isto está devidamente argumentado. Poderíamos falar também, é claro, da diminuição brutal do poder relativo de cada unidade acadêmica se a paridade fosse colocada em prática, o que levaria a prejuízos reais e cotidianos para as faculdades e institutos enquanto unidades. Poderíamos falar também do poder brutal que teriam as chapas e composições políticas contra os professores, levando a arranjos partidários e sectários que, prova a história do ME, nada tem a ver com mérito acadêmico e a produção científica.

2-A segunda pergunta não me parece formulada de maneira clara. O reitor populista que vive de bajular estudante, ao menos no discurso, teria muito a ganhar com conselhos paritários. Seriam conselhos menos responsáveis e menos competentes, a cara da atual reitoria! Afinal, não foi o próprio reitor quem disse que aluno deveria concorrer ao cargo de Reitor? A verdade é que o JG votaria é na chapa 5! heheheeheheheh

Deco disse...

Não sou contra a paridade.


Na minha opinião, isso é simples. Não se resume aos
títulos, mesmo porque título não implica em competência.


A paridade em si pode ser favorável ou não, depende de
quem serão os representantes discentes escolhidos. Se
continuarem a ser aqueles movidos por ideais partidários,
que pensam pouco no interesse do estudante, a paridade
será nefasta para a própria universidade. Mas se forem
escolhidos representantes que pensam de modo novo,
e desejam mudar o status quo, aí sim pode ser benéfica.


Até pelo fato de as representações docentes estarem
também sujeitas a partidarismos que dominam o sindicalismo
brasileiro. Então não vejo porque criticar o sistema. A questão
é o que será feita com ela.


Este comentário foi do Góes, membro da Chapa 4.

teste disse...

obrigado pela resposta

Se me permitem vou fazer réplica:

Deco, como você sabe o processo político é algo diferente de um simples conhecimento acadêmico. No meu ver, a sua coloca deixa a entender que só os professores do IPOL poderiam participar. Quanto ao ME partidário discordo de você drasticamente. Você está considerando que o passado necessáriamente vai se repetir no futuro que é uma coisa que nós sabemos ser errada. Inclusive, falando isso você nega o próprio principio que vocês dizem ser um dos motivadores da criação da chapa.

Peço desculpas por qualquer erro de portugês.

Abraço a todos,
Raduan

Deco disse...

Mas eis a questão, meu querido Raduan, os conselhos não são meramente um processo político. Eles são, antes de qlqr coisa, um processo acadêmico e administrativo. Por mais bizarro que possa parecer, é hora de diminuir um pouco o jogo político e aumentar um pouco o acadêmico dentro da UnB.

teste disse...

Bem... acho que inevitavelmente é um processo político. Envolve-se com verbas e poder, não existe forma neutra e positivista de fazer isso, tem que garantir o mínimo necessário para todos, mas o, além disso, parte-se inevitavelmente a um processo político. Cabe a nós não deixar que seja feito as escondidas, como a Finatec.

Quanto à 2ª questão que me esqueci de comentar. No discurso não duvido que ele seja super favorável, mas discurso difere-se da prática.

Abraços,
Raduan

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