domingo, 14 de novembro de 2010

O que de fato somos.

Semanalmente ouço relatos divertidíssimos sobre as fofocas que rondam a UnB quando o assunto é a Aliança pela Liberdade. De contratos com o McDonald's a membros neonazistas, todo tipo de sandice é veiculado por aí. Paciência! Como dizem, quanto mais mentiras disserem sobre nós, mais verdades diremos sobre eles. Mas hoje vamos contar uma verdade sobre nós publicando um e-mail recebido após nossa reunião no último domingo. Ei-lo:


À
Aliança pela Liberdade,

Em 07 de novembro último participei como visitante da Assembleia Geral deste grupo.
Tenho de dizer que foi gratificante constatar a veracidade das virtudes que já me haviam sido relatadas.

Pude perceber um grupo coeso, democrático e que busca com sinceridade fortalecer a Universidade a partir da participação ativa e responsável dos estudantes em diálogo permanente com os demais setores da academia.

Uma agremiação que reconhece a responsabilidade da Universidade de Brasília na sociedade brasileira e do Distrito Federal, mas sem o peleguismo e a culpa petit-borgois que distribui benesses assistencialistas.

E que mantêm em vista a meta central de produção e difusão do saber, se não neutro, mas ético, plural e livre de amarras político-partidárias.

Que busca uma UnB que valorize o mérito individual, sem deixar de amparar concretamente aqueles estudantes dedicados que vivem em condições adversas.

Que defende a UnB e o movimento estudantil do aparelhamento por ideólogos esquizofrênicos e políticos de todos os matizes.

Concluo assim que eventuais discordâncias políticas no além-muros podem e devem ser deixadas de lado na busca pelos resultados mais eficientes dentre os possíveis para a Universidade de Brasília. Atividade que este grupo político exerce com maestria.

Por fim peticiono a minha inscrição nos quadros da Aliança pela Liberdade como membro permanente, oferecendo meu esforço e minha honestidade.

Atenciosamente,
Fabio Monteiro Lima
Estudante de Direito - Universidade de Brasília

Um comentário:

Rafael Taveira disse...

Até que um Mc Donalds não ia fazer mal. Me pergunto sempre que ouço essa baboseira, por que não? Subway e o do macarrão lá, tudo bem. Agora MC é símbolo da opressão cultural promovida pelos Estados Unidos? Comida do Satã?
A UnB precisa acordar para o mundo, não há mais espaço para esse discurso autoritário da dita esquerda de decádas atras. Está superado, a vida continuou, o mundo mudou e ainda há velhos esqueletos moribundando por aí.

Acorda UnB!

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