sábado, 27 de junho de 2009
E agora, José? O povo sumiu - Do Campus Online
É de se pensar qual a razão dessa movimentação ter acontecido somente após o fim da gestão PSTU/PSOL, já que os problemas evidenciados ocorrem há muito tempo. Problemas na CEU não surgiram esse semestre. O eles não quem admitir é que passaram pelo DCE e pela AMCEU e não fizeram nada, de forma prática, para solucionar os problemas de seus representados. Defender a permanência ilegal de estudantes formados é do interesse do estudante da UnB ou mesmo dos outros moradores da CEU?
Além disso é patente o maniqueísmo de querer ligar as fundações a falta de verba para assistência estudantil. Ora, se sabe que a grande parte fluxo de verbas das fundações de apoio vem de empresas privadas que querem investir na universidade pública...
Não é esse outro argumento da patrulha PSTU/PSOL contra as fundações? Não eram contra dinheiro privado na Universidade? Que preferiam que os impostos pagos pelos "proletários" brasileiros fossem gastos na educação superior da classe média do que fosse investido parte dos lucros do "grande capital" em pesquisa? Que não queriam que bolsas de estudo fossem financiadas pelo programa Santander Univeristário?
Quanto mais pesquisas financiadas com dinheiro privado, mais recursos públicos sobram
para fazer aquilo que é seu papel: infraestrutura, professores qualificados e assistência estudantil.
Fiscalização e transparência: SIM! Ataque a pesquisa científica: NÃO! QUEM É CONTRA AS FUNDAÇÕES DEFENDE MENOS DINHEIRO PARA A INFRAESTRUTURA, QUALIFICAÇÃO DE PROFESSORES E ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL!
Eu não sei rimar, mas quero pesquisar. Recredenciamento já!
Segue a matéria:
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Escrito por Marcela Ulhoa
Seg, 22 de Junho de 2009 16:10
Quais os motivos da pouca participação dos alunos na ocupação?
A ocupação, liderada pela Associação dos Moradores da Casa do Estudante Universitário (AMCEU), entra em sua terceira semana e a mobilização continua baixa. Cerca de dez alunos dormem, diariamente, no Salão de Atos da Reitoria.
Apesar de concordar com as reivindicações dos moradores da CEU, Emidio Vasconcelos, estudante de Sociologia da UnB, questiona o termo ocupação “não sei se o ato pode ser considerado uma ocupação, pois não chega a atrapalhar o funcionamento da reitoria”.
Segundo o estudante de Filosofia e membro da AMCEU, Antônio Marques, em momento algum a intenção do grupo foi ser mais afrontoso, ou mesmo fazer uma grande mobilização. Segundo ele, o objetivo foi pautar problemas específicos de assistência estudantil. “As pessoas têm tentado comparar esse ato com a ocupação anterior. E eu acho que não procede, porque a causa é outra, o propósito é outro”.
Na ocupação de abril do ano passado, ato contra o escandaloso caso de corrupção na gestão do ex-reitor Timothy Mulholland, cerca de 200 pessoas participaram ativamente do processo, ou seja, 0,8% da comunidade acadêmica composta por 24 mil estudantes. “Se a outra ocupação, que teve até o apoio da mídia coorporativa e que deveria ter tido uma mobilização coletiva, não conseguiu, o que dizer então de uma que visa a assistência estudantil?”, defende Antônio.
Ele afirma ainda que, dentro da UnB, são poucas as pessoas que dependem da assistência estudantil para a permanência na universidade. “No total, são aproximadamente 1400 alunos de baixa renda. Então é uma minoria da minoria”.
O estudante de jornalismo e morador da CEU, Paulo Victor, acredita que o final do semestre também contribuiu para a pouca participação dos estudantes. Ele alega que falta tempo para se engajar na causa, por mais que reconheça que isso não é desculpa.
Já a estudante de pedagogia Vânia Silva, que está dormindo todos os dias na reitoria, afirma que tem muita coisa para fazer e que também está no final do semestre, mas que isso não a impede de agir diretamente. Para ela, o problema maior é o contexto individualista, onde as pessoas não “tem tempo para pensar no coletivo”.
Antônio concorda: “Por que a gente não consegue mobilizar a casa? Porque não se consegue mobilizar a não ser que tenha um espetáculo, que tenha uma grande questão acontecendo. Se uma porta pega fogo, se uma marquise cai, se um PM dá um tiro na cabeça dentro do corredor. Questões desse tipo, que são espetaculares, mexem com as pessoas”.
Divergência interna
A dificuldade não está só em mobilizar os alunos da UnB. A realidade é que nem todos os moradores da Casa do Estudante concordam com a ocupação. O estudante de Biblioteconomia e morador da Casa, Demian Alves, acredita que as pessoas estão “reclamando de barriga cheia”. Segundo ele, as condições não são tão precárias. “O apartamento é grande, recebemos três refeições diárias, temos transporte noturno”. Para Demian, o foco está errado e a credibilidade dos estudantes está diminuindo cada vez mais.
Os moradores da CEU recebem refeição gratuita caso o restaurante universitário esteja fechado. Samuel Texeira, aluno de Física, elogia o cardápio do almoço que inclui salada, prato principal e Coca-Cola ou guaraná em lata. “A minha esperança é que, em breve, o restaurante Porcão esteja servindo a nossa marmita”, ironiza Samuel. Segundo ele, o que os alunos querem é “casa, comida e roupa lavada”.
Já para Antônio Marques, membro da AMCEU, a assistência estudantil não pode ser entendida como um favor. “Tem várias pessoas aqui que acreditam que a gente tem que dar graças a Deus porque temos uma moradia, porque temos alimento. Como se isso fosse de graça”. Antônio acredita que falta a reflexão de que eles são bancados por impostos de trabalhadores que, muitas vezes, não têm o mesmo acesso à educação superior que eles tiveram.
Demian, entretanto, acha que a ocupação é uma “arruaça desnecessária”. Ele defende novas formas de diálogo. “A partir do momento que você impede os outros de trabalhar, de estudar, você está tentando impor seus direitos violando o dos outros”.
A estudante Vânia Silva afirma que a AMCEU tentou várias formas de diálogo com a reitoria, mas não foram bem sucedidos. Foi somente com a ocupação que conseguiram o termo de compromisso assinado pelo reitor.
Se a ocupação foi precipitada ou não, legítima ou não, Antônio defende que “se comparar os equívocos, a responsabilidade maior deve cair não em cima dos estudantes, mas em cima da negligência e da omissão histórica dessa universidade. Há anos denunciamos o que tem acontecido, mas tem que haver um acidente para que todo mundo repare. Aí fica uma semana e depois a questão passa e ninguém está mais nem aí pros problemas da casa”, conclui.
Indiferença social?
A ocupação “não-invasiva” da reitoria foi a estratégia dos moradores da CEU para chamar a atenção para os graves problemas vividos por esses alunos. Entretanto, mais do que avaliar a repercussão específica do ato, vale colocar uma interrogação mais genérica no ar: Por que em uma eleição para reitor somente 30% dos alunos votaram? Além disso, somente 19% dos alunos votaram nas eleições do DCE e, na ocupação passada, uma minoria de 0,8% dos alunos participou ativamente. A questão é: vivemos nós uma grande indiferença social?
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Recredenciamento da Finatec é adiado

Roberto Fleury/UnB Agência
Reitor José Geraldo quer maior participação da universidade nas decisões administrativas
“Vamos tratar de um aumento da participação da universidade nas decisões administrativas. Não é intervenção, e sim uma maior supervisão na aplicação dos recursos públicos”, reforçou o reitor ao término da reunião do conselho nesta quinta-feira, 25 de junho. Não há prazo para o recredenciamento da entidade. No entanto, desde que expirou o vínculo com a universidade, em 5 de junho, a Finatec está impedida de firmar novos contratos. Aqueles que já foram assinados continuam válidos.
A proposta de recredenciamento da Finatec causa polêmica e opiniões divergentes. Dois grupos de estudantes se manifestaram na reunião do CAD. Um contra e outro a favor da existência das fundações de apoio à pesquisa. Um grande cartaz colorido da Aliança pela Liberdade, coletivo formado por alunos de Direito, estampava os dizeres: “Nós não sabemos rimar, mas queremos pesquisar. Recredenciamento já!.”
Já os estudantes alojados no Salão de Atos da Reitoria há 17 dias pediam o fim das fundações. As mensagens coloridas espalhadas pelo auditório diziam: “Assistência sim. Fundações não.” Para a estudante de Serviço Social Catarina Lincoln a inclusão dos alunos de baixa renda é a prioridade que precisa sair do papel. “O movimento estudantil pretende discutir os rumos e construir uma nova concepção de universidade pautada no tripé ensino, pesquisa e extensão”, argumenta.
“Os temas discutidos mobilizam toda a comunidade acadêmica. O amplo debate de opiniões valoriza o espaço deliberativo do conselho”, avalia o reitor. A reunião do CAD também aprovou a substituição de dois conselheiros para a Comissão do Reuni. Eles vão ocupar vagas de membros que não puderam permanecer no grupo.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Depoimento sobre o ocorrido no CAD

Fascismo, Volver!
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Obrigado a todos!
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Sustentabilidade não se faz apenas com discurso
Vejo através de movimentos como a “Aliança pela Liberdade” uma resolução eficaz a problemas que são gerados facilmente em espaços onde há conflitos ideológicos.
Unindo o útil ao necessário (e não ao agradável – como de praxe), esse movimento traz alicerces fundamentais ao ambiente universitário. Um deles é o qual vou focar que é a questão sustentável (na qual achei INTERESSANTÍSSIMO). É certo que vivemos cercados de problemas ambientais e é mais certo ainda que quanto mais tempo passa, poucos se preocupam e as situações mais se agravam.
Como estudante da área de negócios, posso afirmar que é um setor em que poucas entidades possuem um comprometimento com o verde da questão. É deplorável isso, pois todos nós sabemos que sem o meio, não temos o ambiente e consequentemente não teremos nada.
É certo e parabenizo a “Aliança pela Liberdade” por tomar uma postura ambientalmente correta, e dentro de uma grande universidade como a UnB é que se deve criar essa consciência criativa, mas que ao mesmo tempo não se esqueça dos preceitos ecológicos.
Toda nação brasileira tem a consciência plena do valor de uma universidade (como a UnB) para o Brasil. Mas é preciso mais, é preciso aperfeiçoar os recursos que estão escassos e que são perdidos frequentemente por falta de consciência. Desculpem-me a falta de compostura, mas em minha opinião essa falta de consciência dentro da camada universitária é burrice.
A “Aliança pela Liberdade” mostra que essa falta de consciência tem que acabar. É preciso propostas claras e concisas, que não tenham a intenção de confundir, e que venham para exterminar essa assimetria informacional dentro da camada universitária.
O Universitário é a fonte de criação de seu país, e ele, e seu espaço precisam ser preservados, e é preciso ter consciência dos problemas para que eles sejam realmente resolvidos.
E a mensagem que fica é que os problemas estão na manga, mas as soluções são restritas em colarinhos e golas em V. Então, acredito que quem conhecer a fundo as propostas da “Aliança pela Liberdade” não vai ter que pensar duas vezes. Traduzo minhas palavras e a força de vontade da “Aliança pela Liberdade” em um trecho da música do Lenine (Do It):“Se sobrou, congeleSe não vai, canceleSe é inocente, apeleEscravo, se rebeleNunca se atropele...Se escreveu, remetaEngrossou, se metaE quer dever, prometaPrá moldar, derretaNão se submetaNão se submeta...”
E o que fica é o pensamento positivo e a torcida. Força “Aliança pela Liberdade”, tudo é necessário e válido para a melhoria do ambiente a qual estamos alocados.
Um forte abraço do amigo Elio Moraes de Castro
Vitória, 01 de maio de 2009
sábado, 2 de maio de 2009
Institucional
Coordenadoria-Geral
Mariana de Oliveira Sinício – Economia
Octávio Henrique Bernardo Torres - Direito
Nilton Carlo Oliveira Locatelli - Direito
Coordenadoria de Organização
Camila Milanez - Economia
Pedro Henrique Saad - Direito
Renato Rabelo - Economia
Coordenadoria de Assistência Estudantil
Débora Gemima - Direito
Virgínia Nogueira - Direito
Mateus Lôbo - Ciência Política
Coordenadoria de Finanças e Patrimônio
Fabio Monteiro Lima - Direito
Henrique Félix - Direito
Nicolas Powidayko - Economia
Coordenadoria de Comunicação
Davi Brito - Direito
Marcos Valente - Relações Internacionais
Ian Ferreira - Engenharia da Computação
Coordenadoria de Integração Estudantil e Movimentos Sociais
Kaio Felipe - Ciência Política
Coordenadoria de Cultura, Esportes e Eventos
Roberta Machado - Direito
Carolina Masson - Direito
Kadu Freire de Abreu - Direito
Coordenadoria de Ensino, Pesquisa e Extensão
Alexandre Neves - Economia
Gustavo Coelho - Economia
Vinicius Sato - Economia
Pedro Ivo - Engenharia Civil
Coordenadoria de Formação Política e Movimentos Sociais
Simone Alves - Ciência Política
Leonardo Volpatti - Ciência Política
CONSELHOS DELIBERATIVOS
Conselho Universitário - CONSUNI
Mariana Sinício - Economia
Fabio Lima - Direito (Suplente)
Mateus Lôbo - Ciência Política
Henrique Félix - Direito (Suplente)
Rodrigo Lyra - Ciência Política
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CEPE
Pedro Henrique Saad - Direito
Marcos Valente - Relações Internacionais (suplente)
Nicolas Powidayko - Economia
Davi Brito - Direito (suplente).
Conselho Administrativo – CAD
Vinícius Sato - Economia
Nilton Locatelli - Direito (Suplente)
PRINCÍPIOS
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Locais de Votação.
As eleições para o DCE estão chegando! Irão acontecer nos dias 10 e 11 de agosto, das 08 às 22horas.
Confira, desde já, o seu local de votação:
Urna 1: Ceilândia *
- Enfermagem
- Farmácia
- Gestão de Saúde
- Terapia Ocupacional
Urna 2: Gama (Fórum) *
- Engenharia
Urna 3: Planaltina
- Ciências Naturais
- Educação do Campo
- Gestão Ambiental
- Gestão do Agronegócio
Urna 4: Faculdade de Educação Física *
- Educação Física
Urna 5: Instituto de Artes
- Artes Cênicas
- Artes Plásticas
- Educação Artística
- Música
Urna 6: FA (Faculdade de Estudos Sociais Aplicados)
- Ciência Política
- Direito
- Relações Internacionais
Urna 7: FCI (Faculdade de Ciência da Informação)
- Biblioteconomia
- Arquivologia
- Museologia
Urna 8: Faculdade da Saúde
- Medicina (apenas dia 10/08)
- Enfermagem
- Farmácia
- Nutrição
- Odontologia
- Gestão em Saúde Coletiva
- Urna 9: HUB (Hospital Universitário de Brasília)
- Medicina (apenas dia 11/08)
- Urna 10: Faculdade de Educação
- Pedagogia
- Urna 11: Ala Norte
- História
- Geografia
- Filosofia
- Comunicação Social
- Comunicação Organizacional
- Urna 12: Ceubinho
- Arquitetura
- Serviço Social
- Ciências Sociais
- Urna 13: Ceubinho *
- Ciência da Computação
- Economia
- Estatística
- Urna 14: Ceubinho
- Matemática
- Física
- Computação
- Urna 15: Udefinho *
- Agronomia
- Geofísica
- Geologia
- Veterinária
- Urna 16: Udefinho
- Ciências Ambientais
- Biologia
- Psicologia
- Urna 17: Udefinho
- Letras
- Desenho Industrial
- Urna 18: FT (Faculdade de Tecnologia) *
- Eng. Ambiental
- Eng. Florestal
- Eng.Elétrica
- Eng. de Produção
- Eng. de Redes
- Urna 19: FT (Faculdade de Tecnologia) *
- Eng. Civil
- Eng. de Computação
- Eng. Mecânica
- Eng. Mecatrônica
- Urna 20: PAT (Pavilhão Anísio Teixeira)
- Administração
- Ciências Contábeis
- Gestão de Políticas Públicas
- Urna 21: IQ (Instituto de Química)
- Química
- Química Tecnológica
- Urna 22: Gama (SESV) *
- Engenharia
Liberte a UnB das Velhas Bandeiras!
quarta-feira, 29 de abril de 2009
WI-FI: A SENSAÇÃO DA ELEIÇÃO!
Senhora, senhorita, senhor visitante,
Qual não foi a surpresa dos membros da Chapa 4 - ALIANÇA PELA LIBERDADE, quando descobrimos nos materiais de campanha de outras chapas o destaque para a proposta de Wi-Fi nos campi!? (E a satisfação, é claro!)
A primeira forma de saber se uma proposta e/ou ideia é interessante é o ímpeto alheio em copiá-la. Não negamos que tal idéia tenha surgido nas rodas de debate dessas chapas, mas lembramos ao estimado eleitorado que o primeiro destaque a este respeito foi dado por nós:
"Entre as propostas que a legenda levará aos conselhos estão a instalação de uma rede wifi por toda a universidade, aumentar o número de lanchonetes e livrarias no campus, criar mecanismos de arrecadação de dinheiro para melhorias na Casa do Estudante e melhorar a segurança nos campi." http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=1540
Nós acreditamos em uma Universidade moderna e eficiente. EM TERMOS CLAROS: com maior número de publicações,; com pesquisas maiores e com maior aporte financeiro, inclusive com capital privado; com salas de aula melhores e com melhor possibilidade de desenvolvimento do conhecimento. Neste sentido, a rede Wi-Fi é uma necessidade, e não um luxo, como pensam alguns revolucionários de plantão.
O que nos diferencia: propor todos propõe! Falar é facil, fazer é que são elas! Então a CHAPA 4 - ALIANÇA PELA LIBERDADE adiantou o dever de casa. Fizemos uma consulta informal no CPD para saber se há algum projeto a respeito em andamento. Nós, como estudantes preocupados em buscar e disseminar informações, trazemos para você a situação atual.
Já está em andamento um projeto que instalará Wi-Fi de alta qualidade na BCE, nos mezaninos do Udefinho e Ceubinho, nos anfiteatros do ICC e nos Pavilhões (PAT e PJC). Acredita-se que antes do final do ano as instalações estarão completas e funcionando. Infelizmente, a estrutura do ICC prejudica o aproveitamento do sinal da banda dos anfs na banda oposta (FAC,FAU,VET,MAT,PSI...). Uma solução a ser construída é a instalação de uma rede mais simples (e bem mais barata) em cada um desses departamentos como suporte à rede que já será instalada. Claro, ela será menos eficiente e surgirá também o problema fundamental: ter de trocar de senha a cada departamento (lembremos, a UnB não é um colégio em que cada estudante fica isolado em seu curso). Para tanto firmamos aqui o compromisso de continuar a acompanhar esse projeto e divulgar esse acompanhamento. Além disso, estaremos em permanente contato com os CAs dos cursos que tenham sua rede própria ou que querem possuí-la. Através do feedback dos seus alunos, transmitiremos aos departamentos e ao CPD (e aos Conselhos, CLARO!) a realidade do usuário, buscando uma crescente melhora na oferta deste serviço.
Não vemos o porquê de não usar o diálogo como instrumento fundamental de realização de nossas demandas. Informação e transparência nós praticamos desde já!
Esta não é uma disputa por poder, mas uma postura comprometida com uma Universidade OBJETIVAMENTE MELHOR!
Nesta caminhada, Gama, Ceilândia e Planaltina serão nossos próximos alvos! Notícias em breve!
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Temos muitas propostas que, na nossa visão, são convergentes com outros grupos e podemos nos articular para conseguir, como uma universidade mais ambientalmente sustentável e melhoramento da estrutura física nos campi (em alguns ainda nem há o campus em si).
