sábado, 27 de junho de 2009

E agora, José? O povo sumiu - Do Campus Online

Segue abaixo uma matéria do Campus Online que mostra que a invasão da reitoria não é unanimidade sequer entre os moradores da CEU. A situação é clara - e temos o dever de ser transparentes: a patrulha do PSTU/PSOL, que perdeu as últimas eleições do DCE, precisava de um motivo para tentar angariar qualquer tipo de apoio ou proeminência na cena da política estudantil da UnB.

É de se pensar qual a razão dessa movimentação ter acontecido somente após o fim da gestão PSTU/PSOL, já que os problemas evidenciados ocorrem há muito tempo. Problemas na CEU não surgiram esse semestre. O eles não quem admitir é que passaram pelo DCE e pela AMCEU e não fizeram nada, de forma prática, para solucionar os problemas de seus representados. Defender a permanência ilegal de estudantes formados é do interesse do estudante da UnB ou mesmo dos outros moradores da CEU?

Além disso é patente o maniqueísmo de querer ligar as fundações a falta de verba para assistência estudantil. Ora, se sabe que a grande parte fluxo de verbas das fundações de apoio vem de empresas privadas que querem investir na universidade pública...

Não é esse outro argumento da patrulha PSTU/PSOL contra as fundações? Não eram contra dinheiro privado na Universidade? Que preferiam que os impostos pagos pelos "proletários" brasileiros fossem gastos na educação superior da classe média do que fosse investido parte dos lucros do "grande capital" em pesquisa? Que não queriam que bolsas de estudo fossem financiadas pelo programa Santander Univeristário?

Quanto mais pesquisas financiadas com dinheiro privado, mais recursos públicos sobram
para fazer aquilo que é seu papel: infraestrutura, professores qualificados e assistência estudantil.

Fiscalização e transparência: SIM! Ataque a pesquisa científica: NÃO! QUEM É CONTRA AS FUNDAÇÕES DEFENDE MENOS DINHEIRO PARA A INFRAESTRUTURA, QUALIFICAÇÃO DE PROFESSORES E ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL!
Eu não sei rimar, mas quero pesquisar. Recredenciamento já!

Segue a matéria:

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Escrito por Marcela Ulhoa
Seg, 22 de Junho de 2009 16:10

Quais os motivos da pouca participação dos alunos na ocupação?

A ocupação, liderada pela Associação dos Moradores da Casa do Estudante Universitário (AMCEU), entra em sua terceira semana e a mobilização continua baixa. Cerca de dez alunos dormem, diariamente, no Salão de Atos da Reitoria.

Apesar de concordar com as reivindicações dos moradores da CEU, Emidio Vasconcelos, estudante de Sociologia da UnB, questiona o termo ocupação “não sei se o ato pode ser considerado uma ocupação, pois não chega a atrapalhar o funcionamento da reitoria”.

Segundo o estudante de Filosofia e membro da AMCEU, Antônio Marques, em momento algum a intenção do grupo foi ser mais afrontoso, ou mesmo fazer uma grande mobilização. Segundo ele, o objetivo foi pautar problemas específicos de assistência estudantil. “As pessoas têm tentado comparar esse ato com a ocupação anterior. E eu acho que não procede, porque a causa é outra, o propósito é outro”.

Na ocupação de abril do ano passado, ato contra o escandaloso caso de corrupção na gestão do ex-reitor Timothy Mulholland, cerca de 200 pessoas participaram ativamente do processo, ou seja, 0,8% da comunidade acadêmica composta por 24 mil estudantes. “Se a outra ocupação, que teve até o apoio da mídia coorporativa e que deveria ter tido uma mobilização coletiva, não conseguiu, o que dizer então de uma que visa a assistência estudantil?”, defende Antônio.

Ele afirma ainda que, dentro da UnB, são poucas as pessoas que dependem da assistência estudantil para a permanência na universidade. “No total, são aproximadamente 1400 alunos de baixa renda. Então é uma minoria da minoria”.

O estudante de jornalismo e morador da CEU, Paulo Victor, acredita que o final do semestre também contribuiu para a pouca participação dos estudantes. Ele alega que falta tempo para se engajar na causa, por mais que reconheça que isso não é desculpa.

Já a estudante de pedagogia Vânia Silva, que está dormindo todos os dias na reitoria, afirma que tem muita coisa para fazer e que também está no final do semestre, mas que isso não a impede de agir diretamente. Para ela, o problema maior é o contexto individualista, onde as pessoas não “tem tempo para pensar no coletivo”.

Antônio concorda: “Por que a gente não consegue mobilizar a casa? Porque não se consegue mobilizar a não ser que tenha um espetáculo, que tenha uma grande questão acontecendo. Se uma porta pega fogo, se uma marquise cai, se um PM dá um tiro na cabeça dentro do corredor. Questões desse tipo, que são espetaculares, mexem com as pessoas”.


Divergência interna

A dificuldade não está só em mobilizar os alunos da UnB. A realidade é que nem todos os moradores da Casa do Estudante concordam com a ocupação. O estudante de Biblioteconomia e morador da Casa, Demian Alves, acredita que as pessoas estão “reclamando de barriga cheia”. Segundo ele, as condições não são tão precárias. “O apartamento é grande, recebemos três refeições diárias, temos transporte noturno”. Para Demian, o foco está errado e a credibilidade dos estudantes está diminuindo cada vez mais.

Os moradores da CEU recebem refeição gratuita caso o restaurante universitário esteja fechado. Samuel Texeira, aluno de Física, elogia o cardápio do almoço que inclui salada, prato principal e Coca-Cola ou guaraná em lata. “A minha esperança é que, em breve, o restaurante Porcão esteja servindo a nossa marmita”, ironiza Samuel. Segundo ele, o que os alunos querem é “casa, comida e roupa lavada”.

Já para Antônio Marques, membro da AMCEU, a assistência estudantil não pode ser entendida como um favor. “Tem várias pessoas aqui que acreditam que a gente tem que dar graças a Deus porque temos uma moradia, porque temos alimento. Como se isso fosse de graça”. Antônio acredita que falta a reflexão de que eles são bancados por impostos de trabalhadores que, muitas vezes, não têm o mesmo acesso à educação superior que eles tiveram.

Demian, entretanto, acha que a ocupação é uma “arruaça desnecessária”. Ele defende novas formas de diálogo. “A partir do momento que você impede os outros de trabalhar, de estudar, você está tentando impor seus direitos violando o dos outros”.

A estudante Vânia Silva afirma que a AMCEU tentou várias formas de diálogo com a reitoria, mas não foram bem sucedidos. Foi somente com a ocupação que conseguiram o termo de compromisso assinado pelo reitor.

Se a ocupação foi precipitada ou não, legítima ou não, Antônio defende que “se comparar os equívocos, a responsabilidade maior deve cair não em cima dos estudantes, mas em cima da negligência e da omissão histórica dessa universidade. Há anos denunciamos o que tem acontecido, mas tem que haver um acidente para que todo mundo repare. Aí fica uma semana e depois a questão passa e ninguém está mais nem aí pros problemas da casa”, conclui.

Indiferença social?

A ocupação “não-invasiva” da reitoria foi a estratégia dos moradores da CEU para chamar a atenção para os graves problemas vividos por esses alunos. Entretanto, mais do que avaliar a repercussão específica do ato, vale colocar uma interrogação mais genérica no ar: Por que em uma eleição para reitor somente 30% dos alunos votaram? Além disso, somente 19% dos alunos votaram nas eleições do DCE e, na ocupação passada, uma minoria de 0,8% dos alunos participou ativamente. A questão é: vivemos nós uma grande indiferença social?

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Recredenciamento da Finatec é adiado




A decisão sobre o recredenciamento da Finatec, fundação de apoio ligada à UnB, foi adiada para a próxima reunião do Conselho de Administração (CAD). Por falta de tempo para a discussão, os conselheiros determinaram que o assunto voltará à pauta no encontro de 2 de julho, às 9h. Na ocasião, será votada a proposta do reitor da UnB, José Geraldo de Sousa Junior, que vincula o recredenciamento da Finatec à obrigatoriedade de o conselho superior da entidade ser formado por 50% mais um dos membros indicados pelo CAD.
Roberto Fleury/UnB Agência

Reitor José Geraldo quer maior participação da universidade nas decisões administrativas
“Vamos tratar de um aumento da participação da universidade nas decisões administrativas. Não é intervenção, e sim uma maior supervisão na aplicação dos recursos públicos”, reforçou o reitor ao término da reunião do conselho nesta quinta-feira, 25 de junho. Não há prazo para o recredenciamento da entidade. No entanto, desde que expirou o vínculo com a universidade, em 5 de junho, a Finatec está impedida de firmar novos contratos. Aqueles que já foram assinados continuam válidos.


A proposta de recredenciamento da Finatec causa polêmica e opiniões divergentes. Dois grupos de estudantes se manifestaram na reunião do CAD. Um contra e outro a favor da existência das fundações de apoio à pesquisa. Um grande cartaz colorido da Aliança pela Liberdade, coletivo formado por alunos de Direito, estampava os dizeres: “Nós não sabemos rimar, mas queremos pesquisar. Recredenciamento já!.”


Já os estudantes alojados no Salão de Atos da Reitoria há 17 dias pediam o fim das fundações. As mensagens coloridas espalhadas pelo auditório diziam: “Assistência sim. Fundações não.” Para a estudante de Serviço Social Catarina Lincoln a inclusão dos alunos de baixa renda é a prioridade que precisa sair do papel. “O movimento estudantil pretende discutir os rumos e construir uma nova concepção de universidade pautada no tripé ensino, pesquisa e extensão”, argumenta.
“Os temas discutidos mobilizam toda a comunidade acadêmica. O amplo debate de opiniões valoriza o espaço deliberativo do conselho”, avalia o reitor. A reunião do CAD também aprovou a substituição de dois conselheiros para a Comissão do Reuni. Eles vão ocupar vagas de membros que não puderam permanecer no grupo.




OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Pra variar a SECOM falou bobagem. Nós somos uma ALIANÇA com mais de 50 alunos distribuídos em, ao menos ,dez cursos. Vai ver algum comuna com déficit de inteligência disse que éramos um grupo de "direita" e a moça repórter entendeu "direito". Eu ainda pregarei na porta da SECOM: "Não confundas Carolina de Sá Leitão com caçarolinha de assar leitão". Coletivo!? JAMAIS!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Depoimento sobre o ocorrido no CAD











Não há segurança, não há espaço para a democracia e não há espaço para liberdade de expressão. Não houve civilidade. O que aconteceu: hoje iria ter a reunião do Conselho de Administração da UnB (CAD), no auditório do Instituto de Química e a reunião foi sumariamente impedida por um pequeno grupo de estudantes fascistas que não aceitaram discussão alguma.
O tema era sobre o recredenciamento das Fundações, não sei se ia passar ou não, não importa, o que importa é que não deixaram nem ocorrer a reunião. Na hora eu conversei com o reitor e perguntei como eu poderia me expressar, ele sugeriu que eu fizesse meu próprio protesto (o que eu entendo por: ser fascista por meus próprios meios). O que ele quis dizer foi: quem grita mais alto ganha. Foi exatamente isso.
Assinado: Willian Wives, Conselheiro do CAD (Aliança pela Liberdade)
PS: Aos esquecidos lembro que ocorreu uma eleição há pouco mais de um mês e nela obtivemos 689 votos. Nossas idéias, nossas propostas, nossos valores nunca estiveram em cima de nenhum muro (e nós bem sabemos que o movimento estudantil tem saudades de um certo muro). Aqueles que votaram em nós votaram de forma consciente e o fizeram com convicção, expressando livremente suas vontades políticas e é justamente em respeito à liberdade, não apenas de nossos eleitores, mas de todos os demais que nós nos manteremos fiéis ao nosso programa. Esperamos que as demais chapas concorrentes façam o mesmo, e que não traiam os seus eleitores, que juntos somam mais de 4000 votos, com assembléias que reunem não mais do que 200.

Fascismo, Volver!

Vencer no grito é a segunda coisa mais desprezível que há. A primeira, naturalmente, é perder no grito. Em breve posts da pequena marcha fascistóide que impediu a realização de uma reunião do Conselho de Administração da Universidade de Brasília na manhã de hoje.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Obrigado a todos!

Como entrar na Aliança pela Liberdade.
A Aliança pela Liberdade realiza Assembleias quinzenalmente quando novos membros podem ser integrados ao grupo. A existência da Aliança, enquanto grupo de debate e mobilização político-estudantil, independe da chapa para os RDs. Atualmente contamos com mais de 40 estudantes, dos quais apenas 20 ingressaram na chapa, já que nem todos tinham tempo para atuar como representantes dicentes.

Ao fim de nossa reunião, oferecemos ao candidato a opção de entrar na Aliança. Processada a inclusão do novo membro, na assembleia seguinte este já gozará dos mesmos direitos de todos os demais membros do grupo.

É importante ressaltar que não somos fechados para novos membros. Apenas não queremos crescer a qualquer custo. Preferimos sempre deixar claro quem somos e gostamos de saber com que estamos lidando.

Manifeste aqui seu interesse em conhecer melhor nosso grupo, juntamente com seu e-mail. Leremos sua mensagem e lhe enviaremos um convite para a próxima reunião.

Atenciosamente,
Equipe da Aliança pela Liberdade.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Sustentabilidade não se faz apenas com discurso

Carta de Apoio de estudante da FUCAPE Business School

Pelo que pude acompanhar em noticiários tudo o que aconteceu na Universidade de Brasília foi fácil a percepção de que as nossas universidades federais ainda não estão livres de interesseiros em vácuos da educação pública no Brasil. A UnB não é a única, universidades como a UFBA, UFMT, UFES e alguns centros tecnológicos são vítimas desses interesseiros, onde eles lesam a instituição e o aluno.

Vejo através de movimentos como a “Aliança pela Liberdade” uma resolução eficaz a problemas que são gerados facilmente em espaços onde há conflitos ideológicos.

Unindo o útil ao necessário (e não ao agradável – como de praxe), esse movimento traz alicerces fundamentais ao ambiente universitário. Um deles é o qual vou focar que é a questão sustentável (na qual achei INTERESSANTÍSSIMO). É certo que vivemos cercados de problemas ambientais e é mais certo ainda que quanto mais tempo passa, poucos se preocupam e as situações mais se agravam.

Como estudante da área de negócios, posso afirmar que é um setor em que poucas entidades possuem um comprometimento com o verde da questão. É deplorável isso, pois todos nós sabemos que sem o meio, não temos o ambiente e consequentemente não teremos nada.

É certo e parabenizo a “Aliança pela Liberdade” por tomar uma postura ambientalmente correta, e dentro de uma grande universidade como a UnB é que se deve criar essa consciência criativa, mas que ao mesmo tempo não se esqueça dos preceitos ecológicos.

Toda nação brasileira tem a consciência plena do valor de uma universidade (como a UnB) para o Brasil. Mas é preciso mais, é preciso aperfeiçoar os recursos que estão escassos e que são perdidos frequentemente por falta de consciência. Desculpem-me a falta de compostura, mas em minha opinião essa falta de consciência dentro da camada universitária é burrice.

A “Aliança pela Liberdade” mostra que essa falta de consciência tem que acabar. É preciso propostas claras e concisas, que não tenham a intenção de confundir, e que venham para exterminar essa assimetria informacional dentro da camada universitária.

O Universitário é a fonte de criação de seu país, e ele, e seu espaço precisam ser preservados, e é preciso ter consciência dos problemas para que eles sejam realmente resolvidos.

E a mensagem que fica é que os problemas estão na manga, mas as soluções são restritas em colarinhos e golas em V. Então, acredito que quem conhecer a fundo as propostas da “Aliança pela Liberdade” não vai ter que pensar duas vezes. Traduzo minhas palavras e a força de vontade da “Aliança pela Liberdade” em um trecho da música do Lenine (Do It):“Se sobrou, congeleSe não vai, canceleSe é inocente, apeleEscravo, se rebeleNunca se atropele...Se escreveu, remetaEngrossou, se metaE quer dever, prometaPrá moldar, derretaNão se submetaNão se submeta...”

E o que fica é o pensamento positivo e a torcida. Força “Aliança pela Liberdade”, tudo é necessário e válido para a melhoria do ambiente a qual estamos alocados.

Um forte abraço do amigo Elio Moraes de Castro

Vitória, 01 de maio de 2009

sábado, 2 de maio de 2009

Chapa 4 - Uma nova esperança!

Institucional


COORDENAÇÃO EXECUTIVA DO DCE

Coordenadoria-Geral
Mariana de Oliveira Sinício – Economia
Octávio Henrique Bernardo Torres - Direito
Nilton Carlo Oliveira Locatelli - Direito

Coordenadoria de Organização
Camila Milanez - Economia
Pedro Henrique Saad - Direito
Renato Rabelo - Economia

Coordenadoria de Assistência Estudantil
Débora Gemima - Direito
Virgínia Nogueira - Direito
Mateus Lôbo - Ciência Política

Coordenadoria de Finanças e Patrimônio
Fabio Monteiro Lima - Direito
Henrique Félix - Direito
Nicolas Powidayko - Economia

Coordenadoria de Comunicação
Davi Brito - Direito

Marcos Valente - Relações Internacionais
Ian Ferreira -
Engenharia da Computação

Coordenadoria de Integração Estudantil
e Movimentos Sociais
Kaio Felipe - Ciência Política


Coordenadoria de Cultura, Esportes e Eventos
Roberta Machado - Direito
Carolina Masson - Direito
Kadu Freire de Abreu - Direito


Coordenadoria de Ensino, Pesquisa e Extensão
Alexandre Neves - Economia
Gustavo Coelho - Economia
Vinicius Sato - Economia
Pedro Ivo -
Engenharia Civil

Coordenadoria de Formação Política e Movimentos Sociais

Simone Alves - Ciência Política
Leonardo Volpatti - Ciência Política

CONSELHOS DELIBERATIVOS

Conselho Universitário - CONSUNI
Mariana Sinício - Economia
Fabio Lima - Direito (Suplente)
Mateus Lôbo - Ciência Política
Henrique Félix - Direito (Suplente)
Rodrigo Lyra - Ciência Política


Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CEPE
Pedro Henrique Saad - Direito
Marcos Valente - Relações Internacionais (suplente)
Nicolas Powidayko - Economia
Davi Brito - Direito (suplente).

Conselho Administrativo – CAD
Vinícius Sato - Economia
Nilton Locatelli - Direito (Suplente)



PRINCÍPIOS

A Aliança pela Liberdade tem o compromisso de estabelecer um sistema de regras claras dentro do grupo. Para tanto, temos um estatuto que orienta a organização de nossa estrutura. No estatuto consta o seguinte:

I – DOS PRINCÍPIOS:

1º A Aliança pela Liberdade, associação sem fins lucrativos, grupo acadêmico de
debates teóricos e de mobilização político estudantil, é constituída por estudantes
e ex-estudantes de graduação e pós-graduação da Universidade de Brasília e tem
como fundamentos:

I-A liberdade de expressão, pensamento e manifestação;

II- O estudo diligente e disciplinado;

III-A reflexão e o debate;

IV-O respeito às minorias;

V-A contestação ordeira e respeitosa;

VI-A crença na supremacia dos direitos e liberdades individuais;

VII-O pluralismo político;

VIII-A igualdade de todos perante a lei;

IX-O Estado Democrático de Direito;

X-O direito inalienável de cada indivíduo em escolher seu próprio destino.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Locais de Votação.

As eleições para o DCE estão chegando! Irão acontecer nos dias 10 e 11 de agosto, das 08 às 22horas.

Confira, desde já, o seu local de votação:

Urna 1: Ceilândia *

- Enfermagem
- Farmácia
- Gestão de Saúde
- Terapia Ocupacional

Urna 2: Gama (Fórum) *

- Engenharia

Urna 3: Planaltina

- Ciências Naturais
- Educação do Campo
- Gestão Ambiental
- Gestão do Agronegócio

Urna 4: Faculdade de Educação Física *

- Educação Física

Urna 5: Instituto de Artes

- Artes Cênicas
- Artes Plásticas
- Educação Artística
- Música

Urna 6: FA (Faculdade de Estudos Sociais Aplicados)

- Ciência Política
- Direito
- Relações Internacionais

Urna 7: FCI (Faculdade de Ciência da Informação)

- Biblioteconomia
- Arquivologia
- Museologia

Urna 8: Faculdade da Saúde

- Medicina (apenas dia 10/08)
- Enfermagem
- Farmácia
- Nutrição
- Odontologia
- Gestão em Saúde Coletiva

- Urna 9: HUB (Hospital Universitário de Brasília)

- Medicina (apenas dia 11/08)

- Urna 10: Faculdade de Educação

- Pedagogia

- Urna 11: Ala Norte

- História
- Geografia
- Filosofia
- Comunicação Social
- Comunicação Organizacional

- Urna 12: Ceubinho

- Arquitetura
- Serviço Social
- Ciências Sociais

- Urna 13: Ceubinho *

- Ciência da Computação
- Economia
- Estatística

- Urna 14: Ceubinho

- Matemática
- Física
- Computação

- Urna 15: Udefinho *

- Agronomia
- Geofísica
- Geologia
- Veterinária

- Urna 16: Udefinho

- Ciências Ambientais
- Biologia
- Psicologia

- Urna 17: Udefinho

- Letras
- Desenho Industrial

- Urna 18: FT (Faculdade de Tecnologia) *

- Eng. Ambiental
- Eng. Florestal
- Eng.Elétrica
- Eng. de Produção
- Eng. de Redes

- Urna 19: FT (Faculdade de Tecnologia) *

- Eng. Civil
- Eng. de Computação
- Eng. Mecânica
- Eng. Mecatrônica

- Urna 20: PAT (Pavilhão Anísio Teixeira)

- Administração
- Ciências Contábeis
- Gestão de Políticas Públicas

- Urna 21: IQ (Instituto de Química)

- Química
- Química Tecnológica

- Urna 22: Gama (SESV) *

- Engenharia

Liberte a UnB das Velhas Bandeiras!

Com amor e carinho (sem perder a ternura, claro) este vídeo foi feito para vocês:

quarta-feira, 29 de abril de 2009

WI-FI: A SENSAÇÃO DA ELEIÇÃO!

A imitação é a forma mais sincera de elogio.

Senhora, senhorita, senhor visitante,

Qual não foi a surpresa dos membros da Chapa 4 - ALIANÇA PELA LIBERDADE, quando descobrimos nos materiais de campanha de outras chapas o destaque para a proposta de Wi-Fi nos campi!? (E a satisfação, é claro!)

A primeira forma de saber se uma proposta e/ou ideia é interessante é o ímpeto alheio em copiá-la. Não negamos que tal idéia tenha surgido nas rodas de debate dessas chapas, mas lembramos ao estimado eleitorado que o primeiro destaque a este respeito foi dado por nós:

"Entre as propostas que a legenda levará aos conselhos estão a instalação de uma rede wifi por toda a universidade, aumentar o número de lanchonetes e livrarias no campus, criar mecanismos de arrecadação de dinheiro para melhorias na Casa do Estudante e melhorar a segurança nos campi." http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=1540

Nós acreditamos em uma Universidade moderna e eficiente. EM TERMOS CLAROS: com maior número de publicações,; com pesquisas maiores e com maior aporte financeiro, inclusive com capital privado; com salas de aula melhores e com melhor possibilidade de desenvolvimento do conhecimento. Neste sentido, a rede Wi-Fi é uma necessidade, e não um luxo, como pensam alguns revolucionários de plantão.

O que nos diferencia: propor todos propõe! Falar é facil, fazer é que são elas! Então a CHAPA 4 - ALIANÇA PELA LIBERDADE adiantou o dever de casa. Fizemos uma consulta informal no CPD para saber se há algum projeto a respeito em andamento. Nós, como estudantes preocupados em buscar e disseminar informações, trazemos para você a situação atual.

Já está em andamento um projeto que instalará Wi-Fi de alta qualidade na BCE, nos mezaninos do Udefinho e Ceubinho, nos anfiteatros do ICC e nos Pavilhões (PAT e PJC). Acredita-se que antes do final do ano as instalações estarão completas e funcionando. Infelizmente, a estrutura do ICC prejudica o aproveitamento do sinal da banda dos anfs na banda oposta (FAC,FAU,VET,MAT,PSI...). Uma solução a ser construída é a instalação de uma rede mais simples (e bem mais barata) em cada um desses departamentos como suporte à rede que já será instalada. Claro, ela será menos eficiente e surgirá também o problema fundamental: ter de trocar de senha a cada departamento (lembremos, a UnB não é um colégio em que cada estudante fica isolado em seu curso). Para tanto firmamos aqui o compromisso de continuar a acompanhar esse projeto e divulgar esse acompanhamento. Além disso, estaremos em permanente contato com os CAs dos cursos que tenham sua rede própria ou que querem possuí-la. Através do feedback dos seus alunos, transmitiremos aos departamentos e ao CPD (e aos Conselhos, CLARO!) a realidade do usuário, buscando uma crescente melhora na oferta deste serviço.

Não vemos o porquê de não usar o diálogo como instrumento fundamental de realização de nossas demandas. Informação e transparência nós praticamos desde já!
Esta não é uma disputa por poder, mas uma postura comprometida com uma Universidade OBJETIVAMENTE MELHOR!


Nesta caminhada, Gama, Ceilândia e Planaltina serão nossos próximos alvos! Notícias em breve!



segunda-feira, 27 de abril de 2009

VOCÊ PERGUNTA E A ALIANÇA RESPONDE!

O que são os conselhos universitários e qual o poder de atuação deles?
A Universidade de Brasília possui três conselhos. O Conselho de Administração (CAD) onde são votadas questões importantes como o credenciamento das fundações de apoio. Temos ainda o Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão (CEPE) onde foi votada recentemente a adesão da UnB ao ENEM ou o novo calendário acadêmico. Temos ainda o Conselho Universitário (CONSUNI) onde são votadas questões importantes como a expansão da Universidade e a criação de novos cursos. Em suma, a esmagadora maioria das propostas que as chapas anunciam nos panfletos só podem ter alguma efetividade se aprovadas em algum desses conselhos.

Vocês possuem pessoas filiados a partidos políticos na chapa?
Não. Uma das propostas da Aliança pela Liberdade que a torna o "patinho feio" do movimento estudantil é o fato de priorizar o Movimento Estudantil da unb para os estudantes da unb e suas preocupações que os unem, a vida universitária nesse espaço. Dessa forma, partidos que trazem causas externas a universidade (que geralmente ofuscam os problemas mais imediatos) não são interessantes para os estudantes pragmáticos. Além disso, a partidarização no Movimento Estudantil em muitos casos serve de trampolim para carreiras políticas, criando conchavos e alianças que buscam mais interesses pessoais do que de fato conseguir melhorias para a universidade. Dessa forma, tentando evitar esses interesses escusos, não possuímos membros de partidos políticos no grupo. Não somos contra a filianção partidária, ela faz parte do ambiente externo a unb, porém não apoiamos a internalização das agendas destes partidos e outras formas de promulgação destes na universidade, movendo o movimento estudantil para caminhos que o prejudica.

Quais propostas só vocês têm, que os diferenciam dos outros?
PM no Campus. Financiamento da sociedade-civil a pesquisa, através de fundações de apoio (desde que transparentes e eficazes). Desvinculamento do ME a partidos políticos, buscando sempre preocupar-se mais com os problemas internos da universidade (e do grupo que representamos, os estudantes). Maiores condições para dar a liberdade ao estudante conseguir aquilo que ele quer na universidade, seja o mercado de trabalho, seja a vida acadêmica. Uma biblioteca mais completa e participativa nas decisões da universidade.

Temos muitas propostas que, na nossa visão, são convergentes com outros grupos e podemos nos articular para conseguir, como uma universidade mais ambientalmente sustentável e melhoramento da estrutura física nos campi (em alguns ainda nem há o campus em si).

Faça sua pergunta através de nosso Formspring: http://www.formspring.me/liberdadeunb

Blog da Liberdade