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sábado, 27 de outubro de 2012

Também somos estudantes como vocês!




Nós da Aliança pela Liberdade - atual grupo diretor do DCE da Universidade de Brasília -, manifestamos publicamente apoio ao grupo "Evolução" nas eleições para o DCE da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

Assim como nós, a chapa Evolução defende um movimento estudantil para o estudante que está todos os dias em sala de aula, como expresso em seu programa. São estudantes que como nós se focam na resolução dos problemas universitários cotidianos e não em ideologias estéreis. Trabalham  por melhorias em seus cursos e na sua Universidade. 

Entendemos, por conseguinte, que a chapa "Evolução" é um grupo que aponta para um Movimento Estudantil moderno, plural, representativo e livre. Embora tenha membros filiados a partidos políticos, temos confiança de que o grupo tomará as devidas precauções para que esses membros não utilizem o M.E como trampolim político ou como correia de transmissão de seus partidos. 

Na Aliança pela Liberdade acreditamos na supremacia de direitos e liberdades individuais, na defesa das minorias e no direito inalienável que cada indivíduo tem de escolher seu próprio destino.

Enquanto a chapa "Evolução" se mantiver em comunhão conosco em nossos princípios, seus integrantes contarão com nosso apoio e nossa solidariedade, pois entendemos que estes são princípios que propõem a aproximação da política estudantil do estudante, reconhecendo a vocação de pluralidade das universidades e compreendendo que os órgãos de representação estudantil devem se propor a servir os estudantes, não a dirigi-los

Ressalva importante: Esta nota não se refere ao posicionamento do DCE Honestino Guimarães, mas ao posicionamento da Aliança pela Liberdade, associação estudantil política e academicamente independente da Universidade de Brasília.

Com votos de sucesso, 

Aliança pela Liberdade.
Desde 2009 cultivando uma Universidade de Brasília mais livre!

domingo, 5 de agosto de 2012

Carta aos Reitoráveis



Prezados reitoráveis,

Há quatro anos, como hoje, nossa Universidade estava em processo de escolha do seu novo Reitor; após período de grave crise institucional, quando diversas irregularidades da gestão Timothy Mulholland se tornaram públicas. Em 2008 o escolhido para ser o nosso dirigente máximo foi o professor José Geraldo de Sousa Júnior. 

Naquela oportunidade esta Aliança pela Liberdade ainda não existia. Foi em 2009 que a Aliança deu os seus primeiros passos, movida pela certeza de seus fundadores de que era necessária uma Universidade excelente, plural e meritocrática, pois só assim superaríamos o esfacelamento institucional que abatia a Universidade de Brasília naqueles tempos.

Desde então, temos participado das discussões fundamentais da nossa Universidade, as quais não foram poucas, tampouco fáceis. Entretanto, se há o bom combate, por que não tomar parte? Assim, passados 4 anos desde o último processo de escolha do Reitor da UnB, tornamos público à Universidade de Brasília aquilo que esperamos do nosso próximo Reitor ou Reitora:

* Assistência estudantil de qualidade, auxiliando o estudante social e economicamente vulnerável. O quadro discente das universidade brasileiras é formado principalmente pelas classes abastadas, resultado da desigualdade de renda do nosso país. Necessário, portanto, amparar os estudantes em vulnerabilidade socioeconômica para  permanecerem no ensino superior público, o que tende a diminuir a evasão e proporciona oportunidade de ascensão social àqueles que jamais poderiam fazê-lo senão por meio da educação.

* É essencial uma UnB que não seja vítima da violência e não banalize a constante agressão ao nosso patrimônio e à nossa dignidade. Não somos intocáveis e devemos nos sujeitar aos mesmos direitos e deveres da sociedade que nos custeia. A presença de um Batalhão Universitário, juntamente com uma política de segurança interna, em todos os campi, é fundamental para permitir um ambiente seguro ao desempenho de nossas atividades cotidianas dentro da Universidade. Entendemos que a ausência de ambos é um convite ao crime.

* A universidade deve investir na inclusão de pessoas com necessidades especiais com espaços acessíveis para todos, combate ao preconceito e incentivo da gentileza. E deve servir de exemplo para a sociedade. Por desleixo, há detalhes deixados de lado, o que prejudica o desempenho destes estudantes, tirando lhes a igualdade de condições.

* Deve-se evitar ao máximo a interrupção parcial ou total de atividades acadêmicas por fatores técnicos ou naturais com ações preventivas de manutenção e planejamento a longo prazo. Além disso, deve-se procurar acordos e estudos com as autoridades competentes para melhorar o transporte público dentro dos campi.

* Os campi devem conscientizar seus alunos a respeito do consumo de energia elétrica, água, papel e outros recursos. É preciso procurar mais eficiência em todos os espaços da universidade, pois gasta-se dinheiro devido ao desperdício, que é inadmissível quando consideram-se tecnologias existentes para reduzí-lo.

* É essencial uma administração que busque todas as formas de financiamento para pesquisas, ensino e projetos de extensão, sem depender exclusivamente dos recursos da União, com uma política de captação de recursos moderna e transparente.  A nossa Universidade possui tradição e estrutura institucional para tanto. Uma instituição que não busca formas alternativas de captação de recursos escolhe o fracasso e não a produção de ponta.

* A gestão deve ser compartilhada, mas isso não é justificativa para a omissão institucional. Em outras palavras, o reitor continua a ser o reitor. Instituições são movidas por regras e padrões de convivência. Caso contrário, prepondera o autoritarismo em vez do pleno exercício das competências de cada membro da comunidade acadêmica.

* A Universidade de Brasília necessita de um Parque Cientifico e Tecnológico (PCTec) e a omissão é mutilar a instituição e podar o futuro de muitos, especialmente os mais pobres. Omitir-se nesse projeto implica em deixar de contribuir para o desenvolvimento econômico e social tanto do DF como do país. A Universidade é o ambiente mais apropriado para a inovação tecnológica, ao lado da pesquisa e dos mais renomados doutores presentes em nosso quadro. Portanto, não devemos desperdiçar o enorme potencial dessa iniciativa a favor de nossa comunidade e da sociedade brasileira. 

* A UnB precisa de mais gestão e menos discurso somado a inapetência administrativa. Uma instituição de nível internacional se faz com ação, com uma política de longo prazo que valorize a excelência acadêmica e a pluralidade de ideias e não com a eloqüência de discursos vazios, que apenas escondem ineficiência administrativa trajada de vanguarda.

* Maior investimento em pesquisa e facilidade em enquadrar novos docentes nos programas de pós-graduação, tornando a UnB um pólo de atração dos melhores cérebros do país, tal como fazem USP e UNICAMP. Do tripé que forma a base acadêmica de uma universidade deve-se conceder atenção especial à pesquisa de ponta e qualificada, devido aos efeitos positivos no quadro docente, no ensino e na extensão. É necessário, pois, que a universidade se torne pólo de atração aos novos professores do país, além de lhes proporcionar condições necessárias à pesquisa e a participação nos melhores programas de pós-graduação do Brasil.

* É essencial uma Administração que faça os Conselhos Superiores não só funcionarem, mas funcionarem adequadamente, ou seja, não sejam uma reunião para longos e inúteis discursos. Com uma leitura rápida das normas da UnB, podemos entender a relevância dos Conselhos. A boa atuação deles é o que de fato decidirá os caminhos e o sucesso de nossa Universidade. Conselhos que funcionem de forma produtiva e responsável podem e devem servir como freio para gestões parasitárias, partidárias e ineficazes. E, por outro lado, devem servir como inspiração para que a Administração Superior da UnB irrigue suas políticas e realizações com o anseio crítico da comunidade.

* É essencial uma Administração que promova maior sinergia entre os campi da UnB e com a sociedade, procurando valorizar e promover os estudantes dos novos campi. Nós estamos em uma Universidade multicampi, que deve estar inteira em todos eles. É uma realidade que não pode esperar tanto! Os outros campi não devem depender do Darcy Ribeiro, seja para RU, BCE ou assuntos burocráticos. Não é razoável existir dificuldades à integração entre os Campi. Além disso, a  mobilidade acadêmica e física deve ser garantida.

* A UnB precisa ter uma política de internacionalização mais abrangente e eficiente. Nenhuma Universidade que almeje estar entre as melhores pode se abster de realizar todos os esforços possíveis para se inserir no ambiente internacional. A pesquisa talvez seja uma das atividades humanas mais internacionalizadas da atualidade e não poderia ser diferente, à medida que esta é a atividade que concentra os maiores especialistas do mundo em torno de um dado tema. Uma Universidade que produz pesquisa de excelência e ensina com excelência, estende-se sobre a sociedade também com excelência. 

* A Universidade precisa de uma Secretaria de Comunicação cuja direção seja nomeada pelo Conselho Superior (CONSUNI) e não mais pela Reitoria. Não podemos mais conviver com o uso político da Secretaria de Comunicação da Universidade, que, em vez de servir a comunidade, corre o risco de servir como meio de propaganda das pautas e pontos de vistas da Reitoria.

* A UnB precisa ser pioneira na realização de pesquisas de avaliação com egressos. Uma Universidade só alcançará excelência se conseguir formar egressos que aproveitem ao máximo sua formação acadêmica na vida profissional. Daí a necessidade da Universidade acompanhar como o estudante que saiu recentemente de seus bancos avalia a formação recebida. Sem esse tipo de informação, será impossível aperfeiçoar os cursos e corrigir eventuais falhas para os que ainda estão na graduação.

* Uma instituição aparelhada é um Partido Político e não uma Universidade. Uma instituição que se permita influenciar por pautas partidárias atenta contra si mesma, no sentido de que se expõe ao risco real de abrir mão de seu livre pensamento. 

*A administração não pode tolerar autoritarismo de nenhuma ordem. Que tenhamos orgulho da UnB, que a Universidade seja  referência de qualidade acadêmica e de liberdade de cátedra, que possamos nos sentir livres e como parte da comunidade, que a UnB seja uma Universidade libertadora e indispensável para Brasília e para o Brasil.

Estimados votos de sucesso,
Associação Discente Aliança pela Liberdade.

Reafirmando o compromisso com aqueles que representamos e com toda Universidade de Brasília, este documento foi entregue a todos os postulantes à Reitoria da nossa Universidade.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Como devem atuar os membros da AL durante o período de escolha do nosso novo Reitor(a)?


Brasília, 30  de julho de 2012.


Assunto: Regras de atuação nas eleições para reitor da Universidade de Brasília em 2012.

À comunidade da Universidade de Brasília,

Como é de conhecimento de todos, escolheremos o(a) novo(a) Reitor(a) da nossa Universidade este ano. Assim, por entendimento coletivo, a associação discente Aliança pela Liberdade adotará procedimentos obrigatórios de atuação durante o período eleitoral, como decidido pela maioria de seus membros presentes em reuniões internas: 


1. A Aliança pela Liberdade não apoiará nenhuma das dez candidaturas no primeiro turno, o que pode mudar em caso de fato novo que julgue relevante ou eventual segundo turno. 

2. Cada membro da Aliança pela Liberdade está liberado para, individualmente, trabalhar pela candidatura de sua escolha, entretanto, sem fazê-lo em nome desta associação ou da Gestão do DCE. 

3. Os Coordenadores-Gerais do DCE não poderão fazer campanha publicamente, em quaisquer circunstâncias, para algum postulante à Reitoria. A mesma regra se aplica aos representantes da gestão do DCE na Comissão Organizadora da Consulta (COC). 

4. Os membros que descumprirem o acima disposto estarão sujeitos a sanções estatutárias, que podem culminar em expulsão. O direito à ampla defesa estará garantido. 

5. Finalmente, o que esperamos para Universidade será divulgado em carta a ser entregue a cada um dos reitoráveis e a toda comunidade acadêmica.

Atenciosamente,

Mateus Lôbo,
Presidente da Aliança pela Liberdade.

Pedro Henrique Saad,
Vice-presidente.

André Maia,
Presidente de Honra.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Os novos rostos da Aliança pela Liberdade


*Por Davi Brito

Em 1° de novembro do ano passado tomou posse no DCE Honestino Guimarães a chapa Aliança pela Liberdade, formando assim a gestão que comandará o Diretório até fins de 2012. Ocorre que a Aliança não é só o nome da gestão do DCE, somos um grupo que existe desde 2009 com propostas sólidas, princípios claros e organizado internamente. Parte dessa organização inclui a eleição de uma diretoria, que, como em qualquer grupo democrático, se alterna por períodos previamente definidos. Nosso primeiro presidente foi um dos fundadores da Aliança, André Maia, e eu, Davi Rodrigues Brito, fui o segundo presidente deste grupo.

Hoje, os donos da faixa são, como o terceiro presidente da Aliança, Mateus Lôbo, discente de Ciência Política, e, como seu vice-presidente, Pedro Henrique Saad, aluno de Direito. O mandato de nossos novos líderes cessará ao fim da segunda semana letiva de 2013.

Mas por que é importante que a Aliança pela Liberdade se organize fora da estrutura do DCE? Existem alguns motivos para isso. O mais importante é que, assim como nos outros grupos discentes, os representantes discentes da Aliança nos conselhos universitários não são subordinados ao DCE, mas somente ao grupo de que vieram, ou seja, a própria Aliança pela Liberdade.

Outro ponto é que a Aliança como um grupo livre não tem a responsabilidade institucional que o DCE tem, por isso pode ter opiniões autônomas, fato importantíssimo para o livre debate de ideias.

Espero que os que vieram agora e os que virão depois depois de mim também se orgulharão ao passar o bastão para uma próxima geração, assim como imensamente me orgulho de ver que o projeto que por um tempo eu liderei consegue caminhar sem mim. Mas, junto ao bastão, passamos também os problemas, claro. Afinal, se não fossem problemas a ser resolvidos, não teríamos trabalho a ser feito aqui! E é isso que nos motiva a continuar trabalhando: a perene melhora de nossa amada UnB!

Já conseguimos trazer novas ideias para a UnB e tenho fé que nossos novos dirigentes farão o impossível para levar essas conquistas a todo o Brasil. Essas ideias, esses princípios, contudo, não são o que garantem nossas vitórias. Nossas vitórias vêm do nosso esforço e competência. O que nossos princípios fazem é transformar essas vitórias em algo belo, digno de ser exibido ao mundo como troféu, como exemplo, como esperança.

E é com essas palavras que apresento e desejo o melhor nesta empreitada a meus amigos Mateus Lôbo e Pedro Henrique Saad.

Que vocês façam a Liberdade brilhar! 


*Davi Brito é graduando em Direito pela UnB. É membro e o Presidente da Aliança pela Liberdade em 2011.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

A Universidade e a Segurança da Comunidade Acadêmica


Reproduzimos, abaixo, nota do DCE Honestino Guimarães, Gestão Aliança pela Liberdade, sobre a Universidade e a Segurança da comunidade acadêmica.

Nós, da atual Gestão do DCE Honestino Guimarães, já afirmamos nossos princípios e nunca os negaremos. Sempre defenderemos a democracia, o estado de direito, a liberdade de expressão e todas as formas de liberdade. Qualquer uso de violência ou abuso de autoridade deve ser punido. Em um litígio, os abusos que quaisquer das partes ser devidamente averiguados e, caso verificado indício substantivo, as medidas judiciais cabíveis devem ser tomadas.

Antes de tudo, entendemos que seja injusto que a Universidade não possa conviver com as mesmas instituições de segurança do Estado Democrático de Direito que são utilizadas pela sociedade que a sustenta. Se a polícia atua na sociedade, e a Universidade faz parte da sociedade, por que seria temeroso que a mesma instituição atue no campus? Como sustentar a ideia de que a presença da polícia é ilegítima na Universidade, mas não no resto do DF? Como sustentar uma postura segregacionista e elitista que desequilibra a ideia de que todos somos iguais perante a lei ao separar a Universidade da sociedade?

Ressoamos as palavras de Anísio Teixeira, idealizador da UnB: "Democracia, essencialmente, é o modo de vida social em que cada indivíduo conta como pessoa". Acreditamos, portanto, que uma Universidade que não tem muros nem catracas - e não deve criá-los! - não pode separar-se da sociedade e tornar-se uma ilha com direitos desiguais em relação aos dos demais cidadãos.

Por esta razão, os incidentes recentes ocorridos na USP não mudam nossa opinião a respeito da polícia participar do sistema de segurança universitário de forma responsável, deixando-se claro que sustentamos que todo e qualquer abuso de autoridade deve ser punido. Defendemos um policiamento sério, treinado, racional e eficiente que garanta a segurança pública, combata a violência nas universidades e em todos os espaços da cidade. Os dados mostram que a violência na USP diminui fortemente após o começo do policiamento e é isto que queremos para a UnB: diminuição da violência.

Evidentemente, o sistema policial de que dispomos está longe de ser perfeito. Como já dissemos, e diremos quantas vezes necessário for, abusos são inadmissíveis e devem ser punidos! Entretanto, se o policiamento, mesmo não sendo perfeito, é um meio que dispomos para diminuir a violência na UnB, é por isso que lutaremos. O que não pode acontecer é permitirmos furtos, roubos, estupros e demais atentados à vida, ao patrimônio e à liberdade de estudantes, professores, funcionários e visitantes da UnB pelo silêncio negligente e por nossa mera passividade.

Entendemos as particularidades de atuação para cada missão específica dos órgãos de segurança. Por isso, devemos buscar a criação de um Batalhão Universitário - algo similar ao existente Batalhão Escolar - que tenha um treinamento específico e particularidades - como, por exemplo, a atuação exclusiva nas áreas externas da UnB, o uso de armas leves e o estímulo para maior integração com a comunidade universitária. De tal sorte, torna-se imperativa a necessidade de avançar no sentido da construção de um Plano Comunitário de Segurança que envolva iluminação, rotas seguras de saída, treinamento regular dos seguranças e um convênio com a polícia militar nos termos citados acima. Precisamos de uma abordagem completa.

Reconhecemos que a polícia por si só não resolve todos os problemas de segurança. Contudo, tomar uma postura que segrega a Universidade da sociedade que a sustenta tampouco ajuda a resolvê-los. Desta forma, defendemos uma abordagem ampla e integrada da situação securitária na Universidade de Brasília. Lutamos por uma abordagem que rechace todos os abusos de autoridade e sustente as instituições básicas do Estado Democrático de Direito: a defesa dos direitos humanos, a igualdade de todos perante a lei, a polícia e a Justiça, e a garantia da liberdade.

DIRETÓRIO CENTRAL DOS ESTUDANTES HONESTINO GUIMARÃES
Gestão Aliança pela Liberdade 2011/2012
Twitter: @dceunb

Blog da Liberdade