quarta-feira, 18 de abril de 2012

Os novos rostos da Aliança pela Liberdade


*Por Davi Brito

Em 1° de novembro do ano passado tomou posse no DCE Honestino Guimarães a chapa Aliança pela Liberdade, formando assim a gestão que comandará o Diretório até fins de 2012. Ocorre que a Aliança não é só o nome da gestão do DCE, somos um grupo que existe desde 2009 com propostas sólidas, princípios claros e organizado internamente. Parte dessa organização inclui a eleição de uma diretoria, que, como em qualquer grupo democrático, se alterna por períodos previamente definidos. Nosso primeiro presidente foi um dos fundadores da Aliança, André Maia, e eu, Davi Rodrigues Brito, fui o segundo presidente deste grupo.

Hoje, os donos da faixa são, como o terceiro presidente da Aliança, Mateus Lôbo, discente de Ciência Política, e, como seu vice-presidente, Pedro Henrique Saad, aluno de Direito. O mandato de nossos novos líderes cessará ao fim da segunda semana letiva de 2013.

Mas por que é importante que a Aliança pela Liberdade se organize fora da estrutura do DCE? Existem alguns motivos para isso. O mais importante é que, assim como nos outros grupos discentes, os representantes discentes da Aliança nos conselhos universitários não são subordinados ao DCE, mas somente ao grupo de que vieram, ou seja, a própria Aliança pela Liberdade.

Outro ponto é que a Aliança como um grupo livre não tem a responsabilidade institucional que o DCE tem, por isso pode ter opiniões autônomas, fato importantíssimo para o livre debate de ideias.

Espero que os que vieram agora e os que virão depois depois de mim também se orgulharão ao passar o bastão para uma próxima geração, assim como imensamente me orgulho de ver que o projeto que por um tempo eu liderei consegue caminhar sem mim. Mas, junto ao bastão, passamos também os problemas, claro. Afinal, se não fossem problemas a ser resolvidos, não teríamos trabalho a ser feito aqui! E é isso que nos motiva a continuar trabalhando: a perene melhora de nossa amada UnB!

Já conseguimos trazer novas ideias para a UnB e tenho fé que nossos novos dirigentes farão o impossível para levar essas conquistas a todo o Brasil. Essas ideias, esses princípios, contudo, não são o que garantem nossas vitórias. Nossas vitórias vêm do nosso esforço e competência. O que nossos princípios fazem é transformar essas vitórias em algo belo, digno de ser exibido ao mundo como troféu, como exemplo, como esperança.

E é com essas palavras que apresento e desejo o melhor nesta empreitada a meus amigos Mateus Lôbo e Pedro Henrique Saad.

Que vocês façam a Liberdade brilhar! 


*Davi Brito é graduando em Direito pela UnB. É membro e o Presidente da Aliança pela Liberdade em 2011.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

NOTA DE REPÚDIO AOS ATAQUES PRECONCEITUOSOS E DISCRIMINATÓRIOS CONTRA O DCE/UnB


*Por Octávio Torres

Reproduzimos, abaixo, nota divulgada pela Direção do DCE-UnB, Gestão Aliança pela Liberdade.

Na tarde de hoje foi afixada em toda a Universidade de Brasília uma falsa convocatória, em nome do DCE Honestino Guimarães, para uma Assembleia Geral dos Estudantes desta Universidade.

O conteúdo da convocação investe na mentira como metódo para difamar o DCE, o nome de Honestino Guimarães e todos os estudantes da Universidade de Brasília. Desde sua gênese, o grupo que forma a atual gestão do DCE se firmou na supremacia de direitos e liberdades individuais, na defesa das minorias, no respeito aos direitos fundamentais da pessoa humana, no Estado de Direito, na igualdade de todos perante à lei e no direito inalienável que cada indivíduo tem de escolher seu próprio destino.

Acreditamos na utilidade social do respeito. Acreditamos na força da democracia. Acreditamos que as pessoas podem ter posições políticas distintas sem utilizar subterfúgios antiéticos que transformam aquela que deveria ser uma disputa institucional entre adversários em uma guerra fratricida entre inimigos.

A utilização de métodos excusos de difamação e xingamentos pessoais para tentar dilacerar, por meio de mentiras, a reputação de seus adversários, é uma estratégia antitética à democracia. Ela é totalitária, na medida em que tenta manter um único pensamento na Universidade, repudiando uma voz dissonante às velhas receitas um movimento estudantil anacrônico e autoritário.

Clamamos para que todos os grupos estudantis que tenham apreço pela democracia e pela tolerância que repudiem veementemente esse ato de intolerância, discriminação e alterofobia – uma fobia ao outro, a tudo que é diferente de si. Repudiamos iniciativas que disseminem o terror, o ódio e o preconceito no espaço universitário. Una-se a nós em nosso bom combate contra a intolerância e contra todas as formas de preconceito.

*Octávio Torres é graduando em Direito pela UnB. Membro fundador da Aliança pela Liberdade e conselheiro discente no Conselho Universitário (CONSUNI).

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Eliminando o risco, securitizando a diversão: uma análise financeira da Calourada da UnB


*Por Carlos Góes 

Imagine que você tenha feito uma aposta com seu vizinho. Ele cobraria dois reais e lhe daria 10 reais se você conseguisse tirar coroa três vezes seguidas ao jogar uma moeda. Ao mesmo tempo, um outro vizinho lhe propõe a possibilidade de ganhar os mesmos 10 reais, mas você precisaria tirar coroa três vezes dentre seis tentativas. Você certamente escolheria a segunda proposta! Mas, e se o primeiro vizinho subisse a recompensa para 30 reais?! Talvez você se dispusesse a enfrentar mais riscos de perder... para ter a chance de ganhar mais. Essa é uma das máximas de finanças.

O que isso tudo tem a ver com a atual polêmica sobre a Calourada da UnB? Bem, o DCE modificou o modelo de gestão da Calourada para esse ano. Até o ano passado, os CAs agiam como capitalistas de risco[§]: entravam com um investimento inicial e arcavam com os altos riscos do capital depreendido. Embora tenham tido retorno no primeiro ano do modelo, no ano passado os CAs tiveram um significante prejuízo – o que evidencia a volatilidade do investimento.

Esse ano, o DCE tinha de tomar uma decisão: manter o modelo de alto risco ou procurar um novo modelo? Acertadamente, o DCE optou por um investimento mais conservador, que minimiza riscos. No total, o movimento estudantil ficará com 10% das receitas brutas mais 45% dos excedentes primários, o que totaliza mais da metade do total, sem precisar entrar com um centavo de investimento. Esse modelo é vantajoso pois permite que CAs sem fundos participem e, no caso de o evento dar prejuízo, garante que os CAs serão os únicos a receberem qualquer quantia. Por essa razão, desafio qualquer pessoa a justificar, com retornos suficientemente maiores que os já robustos volumes esperados, a modificação de um investimento de risco zero para outro de risco total.

Mais do que isso, cabem algumas perguntas... Deve o movimento estudantil da UnB atuar como um capitalista de risco, como defendem os membros das gestões passadas? Ou deve ele ser conservador em seus movimentos, minimizando risco e garantindo com maior certeza os recursos necessários ao financiamento de suas atividades representativas? Deve a Calourada ser um evento para benefício de alguns poucos, assumindo-se riscos simplesmente para treinar mão de obra qualificada para a gestão futura de eventos no DF, como era feito no passado? Ou deve ela servir para garantir a maior diversão de todos os estudantes, trazendo grandes atrações, como o Bloco do Sargento Pimenta[*] e Banda Uó[**]?

Chame-me de idealista, mas eu entendo que, para as funções acadêmicas e representativas do movimento estudantil, não é necessário mais do que algum dinheiro, criatividade, disposição e competência. Também não é conveniente que as festas se tornem o fim último do movimento estudantil ou que estas transformem-se em programas de trainee para futuros promoters de Brasília, subsidiados com dinheiro dos CAs e do DCE. Nada mais acertado, portanto, do que garantir um fluxo certo de recursos para os CAs, enquanto, concomitantemente, assegura-se um evento com ótimas atrações a preços razoáveis[∞] para todos os estudantes da UnB. Devem ser eles, todos os estudantes, e não somente os militantes do movimento estudantil, a terem seus interesses representados pelo DCE.

Sobre a Calourada deste ano, minha análise é de que ela é um péssimo negócio para as pessoas que decidiram assumir os riscos – eles devem ser muito depreendidos dos ganhos materiais, pois são péssimos homines oeconomici. Sob o ponto de vista financeiro, posso afirmar peremptoriamente: os riscos, esses sim, foram eliminados. E isso é ótimo para os CAs e para o DCE.
*Carlos Góes é Mestrando em Economia Internacional (com especialização em Finanças Internacionais) pela Universidade Johns Hopkins; Bacharel em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília; e Geronte da Aliança pela Liberdade.
[§]No jargão de finanças: venture capitalists - aqueles que investem em “start-ups”, empresas ou projetos de retorno incerto – e, portanto, muito arriscado.
[*]Banda que toca Beatles em forma de marchinhas de carnaval, escolhida para ser a atração musical a tocar para o príncipe britânico em sua recente visita ao Brasil.
[**]Banda vencedora do Video Music Brasil, da MTV, em 2011
[∞] Dois shows a R$15,00 no Plano Piloto, sério?! Recordo, ainda, que estudantes Grupo I e II ganharão entradas para a Calourada promovida pela Gestão Aliança pela Liberdade.


ANEXO - MINI-ANÁLISE FINANCEIRA DA NOVA CALOURADA

(Esses números são ilustrativos e razoavelmente arbitrários. Eles servem basicamente para demostrar para o leitor interessado a diferença entre dois cenários: com e sem excedentes. Antes de dizer que é uma simplificação, saiba que essa mini-análise é isso mesmo: uma simplificação. Mas ela enfatiza as vantagens do modelo apresentado)


Modelo (I) - COM EXCEDENTES
Receitas Brutas:  R$458,250.00
10% para os CAs:  R$(45,825.00)
Custo Logístico e de Bens Vendidos  R$(120,000.00)
Excedentes Primários  R$292,425.00
Custos Operacionais (Investidor Externo)  R$(160,833.75)
Excedentes Líquidos  R$131,591.25
Total para o ME  R$177,416.25
DCE  R$58,485.00
Cas  R$104,310.00
Fundo Institucional  R$14,621.25
Modelo (II) - SEM EXCEDENTES
Receitas Brutas:  R$120,000.00
10% para os CAs:  R$(12,000.00)
Custo Logístico e de Bens Vendidos  R$(120,000.00)
Excedentes Primários  R$(12,000.00)
Prejuízo para Investidor Externo  R$(12,000.00)
Excedentes Líquidos  R$0,00   
Total para o ME  R$12,000.00
DCE  R$0,00   
Cas  R$12,000.00
Fundo Institucional  R$0,00   

Mentira acidental ou encomendada? (a inquietação continua).

*Por André Maia

 A pergunta continua sem resposta. Em sua coluna de hoje, o mesmo jornalista Ilimar Franco não prova e nem desmente o que disse. O jornalista tão somente publicou que:

"A DIRETORIA do DCE da UnB divulgou nota negando "qualquer ligação com o Senador (Demóstenes Torres) ou o seu partido (DEM)". Ela diz que nenhum dos diretores da entidade têm filiação partidária."


Ela não diz, senhor jornalista, ela PROVA. Ao contrário do senhor, não deixamos o dito pelo não dito. A Gestão pôde provar na mesma data em que o senhor os acusou que nenhum membro da Gestão Aliança pela Liberdade é filiado a qualquer partido político. As certidões negativas do TSE já foram emitidas e atualizadas. E as ligações estreitas? Onde estão? Quem era por elas responsável? Quem foi? Onde foi? Quando foi? Contra gente honesta a mentira tem perna curtíssima.

A Aliança pela Liberdade continuará fiel aos seus princípios. Daqueles que propagaram a notícia da mencionada coluna não podemos esperar o mesmo. Essa falta de princípios não é novidade.

Essa conversa fiada, felizmente, não passou despercebida: A Universidade de Brasília e o Comando de Caça aos Não-Comunistas

*André Maia é graduado em Relações Internacionais e graduando em Direito, ambos pela UnB. É membro fundador e Presidente de Honra da Aliança pela Liberdade.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

CEB SOBRE A CALOURADA: Gritos versus argumentos



*Por Saulo Maia Said


Ganhar no grito: Ato de sobrepor à vontade de outro através da imposição da voz ou da insistência com as mesmas palavras. Essa situação é muito comum quando alguém não encontra meios eficazes de sustentar suas posições. Há o exemplo de várias espécies de animais que podem ganhar duelos gritando, sem nenhum embate corporal.


O último CEB, do dia 3 de abril de 2012, teve como ponto de pauta a Calourada 1º/2012. Os que têm acompanhado o site do DCE e a fanpage no Facebook já sabem que, com parcimônia e muita tranquilidade, a Gestão do DCE foi rebatendo ponto a ponto a rede de mentiras e desvarios espalhados por gente que costuma ter compromisso apenas com seus partidos e projetos de poder. Raras foram as críticas ponderadas e construtivas. Os que tinham por costume odiar, continuaram odiando. Alguns desses indivíduos, que ainda se sentem donos da universidade, que adoram falar em coletividade, mas que exigem sua carteirinha de filiado ao partido y ou ao movimento social x para lhe dar o direito de voz, achavam um absurdo uma festa aonde pensar no risco econômico fosse natural. (Informações sobree sobre a calourada, acesse: Calourada. Informações sobre a reunião de ontem, acesse: Secom e CEB).

Sempre as mesmas figurinhas, sempre as mesmas caras, dizem por aí que esse modelo de festa exclui os Centros Acadêmicos, pois já estava pré-formatado e os tornava apenas pontos de venda. Bom mesmo era o modelo anterior, no qual você só era incluído se entrasse com dinheiro, trabalho e, claro, muita dor de cabeça. Nada como socializar o patrimônio alheio e construir coletivamente um prejuízo (dos outros, já que você poderá sair com um ótimo know-how de festas e encher as bolsas de dinheiro em sua própria Calourada com um nome um pouquinho diferente). E isso tudo, prejuízo e frustração, é visto como um erro sobre o qual deve-se apenas refletir. Sabemos o que todos esses grupos com interesses diversos dos dos estudantes querem.

Todos querendo pilhar o projeto construído por iniciativa do DCE. Sim, o projeto está sendo desenvolvido com uma parceria de ABSOLUTO sucesso e jamais antes vista na história dessa Universidade, mas o que importa é detoná-lo, já que a idéia partiu do DCE e já que nada que venha dessa gestão pode ser bom. Preferem arruinar as contas do DCE e vê-lo em ruínas a tolerar qualquer sucesso da atual gestão, mesmo que muito maior seja o sucesso de todo o público (No momento em que esse texto foi postado, 41 CAs já confirmaram participação, número muito superior ao alcançadas nas últimas gestões).

Não percebem os que se ocupam apenas em destruir que o sucesso da atual gestão significa que a representação estudantil da UnB será deixada em um patamar mais elevado, venha quem vier depois? Não percebem que o profissionalismo, equilíbrio e responsabilidade, que são o norte da atual gestão, são valores a serem cultivados por todos em benefício de todos? Não, não percebem. Afinal, não perceberam até hoje que o resultado eleitoral da disputa para DCE foi um basta ao autoritarismo, intolerância, sectarismo e megalomania que caracterizava o velho modelo.

A atual gestão não age irresponsavelmente, nem aposta o patrimônio e o nome dos CAs (e dos/das estudantes por eles representados) no cassino das palavras de ordem e do discurso pré-formatado.

Responsabilidade e convicção são a marca da Aliança pela Liberdade desde o seu surgimento. Estamos convictos de que se deve ouvir antes de falar. Estamos convictos de que não é berrando que conseguimos as coisas e de que, se o outro lado não concordar, palavras de ordem e ofensas só irão convencer aos outros de que você não convenceu nem a você mesmo. Se seu argumento é tão bom, qual a necessidade de berrar ou de calar o outro? Não é assediando as pessoas para que mudem seu voto que se vence uma votação, ao menos não quando as regras são claras, previamente estabelecidas, aplicadas a todos igual e honestamente. Como talvez exista uma confusão sobre o significado dessas duas concepções, certas pessoas não conseguem conviver com o diferente.

Não, não representamos nem representaremos a desordem e a intolerância. A Aliança pela Liberdade continuará a portar-se com o mesmo espírito de serenidade, compreensão e responsabilidade para com aqueles que representamos, seja na execução profissional de uma festa, seja na condução civilizada de uma deliberação. Esteja este grupo à frente do DCE ou nos Conselhos Superiores da UnB, a tolerância e o respeito mútuo continuarão a ser a regra de conduta. Que os exemplos como o capturado pelo vídeo sejam apenas lapsos de memória de um movimento estudantil que já passou.

Recordemos que essas práticas autoritárias de tentar vencer no grito e nos empurrões, desprezando o Estado Democrático de Direito, não passa de mais do mesmo daqueles grupos minoritários que até hoje não aceitam a derrota das urnas:



*Saulo Maia Said é graduado em História pela UnB e mestrando em Ciência Política pelo IESP-UERJ, antigo IUPERJ. Membro da Aliança pela Liberdade desde 2009.

Mentira acidental ou encomendada?




* Por André Maia

Na Coluna "Panorama Político" de hoje, o jornalista Ilimar Franco - O Globo, divulga a seguinte nota:

Demóstenes e a Juventude do DEM

A queda do senador Demóstenes Torres (GO), alvejado pelas ligações com Carlinhos Cachoeira, é um golpe no trabalho do DEM entre a Juventude. Ele era uma espécie de ícone da nova direita e vinha percorrendo o Brasil organizando a juventude em torno das ideias conservadoras do DEM. Crítico das cotas, ele tinha relação estreita com professores e a atual diretoria do DCE UnB Honestino Guimarães e participava de um movimento de oposição ao reitor José Geraldo de Souza Junior. No seu Twitter, Demóstenes chegou a escrever: "O que há na UnB é uma espécie de bullyng ideológico, e estou aguardando relatos de outras universidades".

A Aliança pela Liberdade informa que JAMAIS teve qualquer relação com o Senador Demóstenes Torres e está curiosa em saber de onde veio tal fantasia e onde ela quer chegar. Este grupo também não tem nenhuma relação com a Juventude do DEM. O que fizemos, no passado, foi expulsar do nosso grupo uma pessoa filiada a este partido, tão logo se comprovou que ele mentira para o grupo, ao negar filiação partidária quando era, de fato, filiado. No nosso entender, fizemos bem: expulsamos alguém que traiu os princípios de apartidarismo do grupo. O supracitado fato ocorreu quando ainda nem éramos gestão do DCE, há 2 anos. A produção de mentiras e inverdades de forma tão gratuita só dá a certeza a este grupo de que estamos no caminho certo. Cabe agora ao jornalista provar o que disse e esclarecer sua informação. Nossos advogados já estão cientes do fato e buscaremos as vias necessárias para que tamanha leviandade não passe impune.

*
André Maia é graduado em Relações Internacionais e graduando em Direito, ambos pela UnB. É membro fundador e Presidente de Honra da Aliança pela Liberdade.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Amyr Klink leva pau da Secom/UnB em como inquietar alguém!


*Por André Maia


Estou inquieto. Na tarde do dia 16 de março de 2012 as/os estudantes da UnB, por meio de seu Diretório Central, organizaram na Câmara Legislativa do Distrito Federal audiência PÚBLICA sobre segurança nos campi de nossa universidade. Após quase uma semana do evento, a Secretaria de Comunicação da mesma universidade não publicou nem mesmo uma nota de rodapé sobre o fato.

  • Foi a primeira vez que discentes tiveram essa iniciativa.
  • O evento mobilizou dezenas de estudantes.
  • O evento mobilizou vários docentes e técnicos da UnB.
  • O evento mobilizou diversas autoridades especializadas do DF.
  • O evento teve repercussão no maior canal de TV do país e em outros veículos de mídia.
E NEM MESMO UMA NOTA DE RODAPÉ!?

Temos psicopatas divulgando uma nojenta campanha de ódio contra estudantes da casa, uma Audiência Pública sobre SEGURANÇA é organizada e a Secom não repercute a iniciativa!? Senso de responsabilidade, você estaria navegando pelos mares do senhor Klink ou já chegou ao mundo da lua?

Este escriba, após tantos anos de casa, está inquieto. Não é preciso cruzar os oceanos para descobrir que essa postura é realmente incomum. É autista? É desonesta? Talvez o chato autor seja apenas lerdo e não tenha encontrado a nota de rodapé. Talvez.

Curioso, ainda, é encontrarmos destacada repercussão para o debate sobre as regras eleitorais. Com o título “PARIDADE”, a Secom divulga notícia em que diz que o Movimento Estudantil da UnB está debatendo as regras do processo de consulta para o posto de reitor. Interessante que o título não seja “Processo Eleitoral” ou “Regras de Consulta”, mas “PARIDADE”! Bem, se não fosse com dinheiro PÚBLICO que essa aclamada instituição de (prop...) jornalismo funcionasse, tudo bem! Tudo ótimo! Mas desde quando essa Secom está no direito de OMITIR fatos tão notoriamente/comprovadamente relevantes!? As pessoas devem ter compromisso com seus salários e com seus nomes. In casu, o interesse público responde pelos dois.

Em tempo 1: Não bastasse isso, ainda temos de ler: "Intensificadas nos últimos dois anos, as medidas incluem campanhas, como a de conscientização dos calouros durante a cerimônia de recepção aos novatos organizada pela Reitoria, e os trotes solidários organizados por vários centros acadêmicos. No ano passado, a campanha ganhou o reforço do DCE, quando coordenadores do Diretório montaram barreira para proteger calouros alvo das tintas e ovos arremessados durante a divulgação dos resultados do vestibular.” Leia mais aqui: Relator pede o fim dos trotes

Este ano não? A proposta do DCE de dois trotes não é evitar abusos e constrangimentos? As matérias da própria Secom mostravam o sucesso da medida e a FELICIDADE dos alunos que ESCOLHERAM se sujar! Leia aqui: UnB lotada para divulgação do resultado do vestibular

Tudo isso agora é escondido? A moça sorrindo na foto deveria ser defendida por um tutor segurando um guarda-chuva? Ela própria decidiu não ser tutelada, mas a memória anda curta...

Em tempo 2: Tive notícia de que rolou divertidíssimo debate sobre PM SIM X PM NÃO promovido pelo DCE/UnB no dia 14 de março. É bonito quando jovens se comportam como jovens e não têm medo em debater seus tabus. Não, claro que não houve um lado vencedor. Isso é apenas parte do sistema lúdico do debate. Desde quando 200 pessoas em um auditório respondem pela universidade (salvo institucionalmente previstas, claro. Algum anarquista revolts já ia ficando empolgado)? De todo modo, é sintomático que professores e estudantes tão qualificados, ocupados e com visões distintas tenham a coragem e civilidade de sentarem à mesa para discutir “vacas sagradas”. Em síntese, é lindo quando a universidade parece um pouco mais universidade e um pouco menos igreja. Nada contra igrejas, pois inclusive freqüento orgulhosamente a minha, mas, como diria o filósofo, in se quadro unusquisque insidere. 

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Estes comentários não expressam a opinião da Aliança pela Liberdade e, muitíssimo menos, do DCE/UnB. São apenas reflexo de alguém que está puto e revoltado com uma postura desrespeitosa, mas que nem por isso pode perder o humor e deixar de rir das próprias tragédias.


*André Maia é graduado em Relações Internacionais e graduando em Direito, ambos pela UnB. É membro fundador e Presidente de Honra da Aliança pela Liberdade.

sexta-feira, 23 de março de 2012

PF impede possível massacre na UnB

*Por André Maia

Ufa, temos polícia! Ufa, temos sociedade civil!

Felizmente as asquerosas ofensas e ameaças divulgadas por um site de psicopatas não foram tratadas como se fossem brincadeiras. Milhares de pessoas, agindo com responsabilidade e consciência denunciaram sistematicamente uma página na internet que divulgava o ódio contra negros, mulheres, homossexuais, esquerdistas, judeus... E, não bastasse isso, ainda declarava que iria promover um massacre contra esses grupos na UnB.

Desta vez as instituições funcionaram e a Polícia Federal agiu com eficiência. Não esperaram para ver e, como demonstram as páginas de jornal de hoje, descobriram que a coisa era séria.

Essa é mais uma lição de que não podemos prescindir de certas instituições e de que não podemos silenciar frente ao mal. Não é preciso estar inserido em nenhuma dessas minorias para indignar-se e agir. A sociedade que garante a segurança e integridade do mais frágil é uma sociedade que garante a segurança de todos e que preza por sua própria existência.



*André Maia é bacharel em Relações Internacionais e graduando em Direito, ambos pela UnB. É membro fundador e Presidente de Honra da Aliança pela Liberdade.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Brincando de liberdade.


*Por André Maia

We will stand on principle or we will not stand at all. (Lady Thatcher)

Foi apenas uma escolha simples. Nada além disso. Não reinventamos a roda, não fizemos cálculos econométricos ou nos sentimos como espetaculares cientistas sociais em seu laboratório. Alguém apenas disse: vamos deixar que escolham.

Um espaço é o do trote sujo, com a tradicional (e inimaginavelmente divertida!) chuva de ovos. Há um mural com um monte de consagrados (aliviadas, aliviados). Há muita gente, tinta, farinha, e uma galera correndo com cartazes a arrebanhar as calourinhas e calourinhos. Há uma gritaria, choro, sorrisos e gargalhadas.

O outro espaço é o do trote limpo. Há um mural com um monte de consagrados (aliviadas, aliviados). Há algodão doce, refrigerante, cama elástica. Há música e muita gente. Há uma gritaria, choro, sorrisos e gargalhadas. Ah, também temos cartazes e os arrebanhados.

Gente. Havia gente nos dois espaços. Não era o bonde de Átila, o Huno, e sua horda de bárbaros, contra o bonde da gente civilizada, limpinha, e sua visão iluminada das corretas relações sociais. Era apenas gente. Uns divertem-se sujando e levando tinta. Outros preferem apenas seguirem limpos, com seus sorrisos, abraços e, claro, algodão doce. Simples assim.

“Magicamente”, o que parecia ser o choque das civilizações transformou-se em apenas mais uma festa saudável, uma celebração onde as pessoas comemoram o seu momento e ao seu modo. Nada de imposições. Nada de desrespeito. Não reinventaram a roda. Apenas colocaram o jumentinho para puxar a carroça (o jumentinho deste texto não foi tratado com um chicote. Algumas boas cenouras serviram).

O texto de meu amigo Saulo já contempla a avidez por argumentos de qualquer inconformado. “Como eles conseguiram!?” Bem, não foi o DCE, foram os veteranos, os calouros e suas famílias. O DCE não fez nada, nada além de deixar as pessoas fazerem. A pergunta simples a ser feita é “como as pessoas podem ser livres?”. Às vezes basta pensar.

Watch your thoughts for they become words. Watch your words for they become actions. Watch your actions for they become...habits. Watch your habits, for they become your character. And watch your character, for it becomes your destiny! What we think we become. My father always said that... and I think I am fine. (Uma velhinha no filme que estréia sexta-feira)

Portanto, amanhã tem mais.

O autor deste comentário é apenas um velho cansado e suas considerações não necessariamente refletem a sabedoria, ânimo e profissionalismo da Aliança pela Liberdade.

*André Maia é graduado em Relações Internacionais e graduando em Direito, ambos pela UnB. É membro fundador e Presidente de Honra da Aliança pela Liberdade.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

TROTES E A LIBERDADE DE ESCOLHER

*Por Saulo Said Maia




A divulgação do resultado do Processo de Avaliação Seriada (PAS) da UnB em 2011 culminou com um tumulto relacionado ao tradicional trote sujo. De um lado, a então gestão do DCE fazia uma campanha contra a prática, considerada humilhante. Em um dos cartazes utilizado para proteger os estudantes, lia-se: “Somos veteranos e não damos trote”. De outro lado, uma multidão de veteranos pintando os novos alunos, jogando ovos e trigo. No meio do ovo cruzado entre DCE e veteranos pró-trote, encontravam-se alguns calouros satisfeitos com a bagunça e outros procuravam abrigo atrás dos cartazes. (Reportagem da SECOM).

Um ano depois, muita festa, muita comemoração e nenhum tumulto. Por iniciativa do DCE-UnB, Gestão Aliança pela Liberdade, a divulgação do resultado do PAS 2012 foi realizada em dois ambientes. No Teatro de Arena, o tradicional trote sujo, com ovos, trigo e tinta. No ICC Norte, o DCE promoveu o trote limpo, com cama elástica, música, algodão doce, pipoca e refrigerante. Também foram distribuídas cartilhas sobre assistência estudantil, a fim de informar os estudantes em situação econômica vulnerável e auxiliá-los na obtenção do auxílio.

Como registro a reportagem da SECOM, mesmo com a elogiada opção do trote limpo, muitos estudantes optaram pela recepção tradicional, com tinta, ovos e trigo. Nas palavras da mãe de um dos aprovadas:
“Ele tinha um pouco de medo do que poderia ser o trote. Chegando aqui, ele pôde avaliar se queria ou não entrar na sujeira. Acabou se sujando, mas com liberdade de escolha”.
Quando o paternalismo do passado foi substituído pela liberdade (estratégia da atual gestão), ficou claro que o trote sujo não era (necessariamente) uma humilhação imposta aos calouros. É interessante contrastar as justificativas de uma estudante que participou do trote limpo com as outra que preferiu o trote sujo (presente na matéria da Secom).
Passei, graças a Deus. Agora vou voltar limpa para casa. Se eu tivesse suja, acho que não ia conseguir entrar no ônibus. Ia ter que ligar pro meu pai vir me buscar e acho qeu ele não ia me deixar entrar no carro. Ia ter que encher tudo de plástico, no mínimo. É bom voltar pra casa feliz e limpa".(Layanne Souza)
Já me jogaram ovo, tinta, bebida, energético. Tudo o que tem direito, né? Esse cheiro é o cheiro do dia que eu passei no vestibular. Espero lembrar dele pra sempre. (Desirée Pereira)
Mais do que criatividade e competência, o trabalho da nova gestão do DCE-UnB representa uma mudança de visão do movimento estudantil. No discurso de posse, o presidente da Aliança pela Liberdade já indicava que o objetivo do grupo era servir aos estudantes, em vez de dirigi-los. E assim foi feito na recepção. Não cabe ao DCE determinar pelos estudantes como eles devem comemorar a aprovação na UnB.

Noutros tempos, dissera um dos coordenadores do DCE: “A gente percebeu que tem uma maioria calada contra o trote. Esse é um momento importante para eles. Não tem que ter humilhação”, referindo-se ao trote sujo. A nova gestão prefere devolver aos próprios estudantes a capacidade de decidir o que é melhor para eles mesmos, assim como decidir o que consideram ou não uma prática humilhante. Não importa que eles tenham 17 ou 18 anos, eles não estão sob a tutela intelectual dos “iluminados” veteranos ou do DCE.

Em vez de protagonizar uma cena quixotesca e ineficaz de proteção aos que não gostam do trote sujo, a gestão Aliança pela Liberdade viabilizou (junto a reitoria) um outro mural de divulgação do resultado. É assim, com organização, competência e respeitando a inteligência e as preferências dos estudantes, que o DCE UnB dá as boas vindas aos novos alunos da UnB.

*Saulo Said Maia
Membro da Aliança pela Liberdade desde 2009;
Graduado em História pela UnB e mestrando em Ciência Política pelo IESP-UERJ (antigo IUPERJ).

DCE prepara recepção para calouros do PAS


Notícia veiculada pelo portal da UnB


"Este ano, a pedido do Diretório Central dos Estudantes (DCE), o Decanato de Ensino e Graduação (DEG) vai afixar uma lista na Ala Norte do Instituto Central de Ciências (ICC), o Minhocão, como alternativa para quem quer sair limpo."
Pedro Rafael Ferreira - Da Secretaria de Comunicação da UnB

O resultado da edição 2012 do Programa de Avaliação Seriada (PAS) da UnB será divulgado nesta sexta-feira 27, às 17h. Como em outros anos, a universidade exibirá a lista dos aprovados no Teatro de Arena do campus Darcy Ribeiro. É ali que veteranos e calouros se encontram para o trote que inclui a sujeira já conhecida por quem espera o resultado: banho de tinta, lama, farinha, ovos, raspagem de cabelos etc. Este ano, a pedido do Diretório Central dos Estudantes (DCE), o Decanato de Ensino e Graduação (DEG) vai afixar uma lista na Ala Norte do Instituto Central de Ciências (ICC), o Minhocão, como alternativa para quem quer sair limpo.
“Sabemos que tem calouro que não gosta do trote convencional, com sujeira de tinta e ovos. A idéia é que seja um ambiente alternativo para aqueles que querem trazer parentes e amigos na comemoração”, explica Simone Alves, aluna do 7º semestre de Ciência Política e coordenadora de integração estudantil do DCE. Para quem preferir o trote “limpo”, o diretório vai distribuir algodão doce e refrigerante. “Aqueles que infelizmente não tiverem o nome na lista de aprovados também terão um cantinho especial, para que a decepção não tome conta”, acrescenta.
O trote "sujo" é uma atividade que tem causado polêmica na UnB nos últimos anos. Exageros na recepção chegaram a gerar uma denúncia da Secretaria de Políticas para Mulheres, da Presidência da República, que classificou algumas práticas como “humilhantes”. Uma sindicância chegou a ser instituída pelo reitor José Geraldo de Sousa Junior para apurar o caso. “O DCE não se posiciona contra o trote, mas repudiamos a violência, seja física ou moral, contra qualquer estudante. Defendemos a liberdade de escolha individual, sem coerção, sobre participar ou não da brincadeira”, argumenta Simone.
CARNAVAL – A coordenação do DCE também organiza uma festa pré-carnavalesca para receber os novos estudantes da UnB, no domingo, 29 de janeiro. Batizado de “Universamba”, o evento contará com a participação da bateria Insana, composta por alunos da Medicina, e a banda Volta por Cima.
O site do diretório tem os detalhes.
“Além de recepcionar os calouros, a festa será uma mobilização para o desfile da Acadêmicos da Asa Norte, que este ano defenderá um samba-enredo sobre os 50 anos da nossa universidade”, destaca Simone Alves. A escola de samba de Brasília abriu uma ala exclusiva para a comunidade acadêmica desfilar na avenida durante o Carnaval de 2012 do DF.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

2012: Balanço e perspectivas do DCE UnB


Artigo publicado no site da UnB
"Em outubro, o resultado das eleições do Diretório Central dos Estudantes (DCE) colocou a universidade sob os holofotes da mídia. A chapa Aliança pela Liberdade venceu sete concorrentes de esquerda e dividiu os estudantes. Tachados de conservadores, defenderam-se dizendo que acreditam na excelência acadêmica e no mérito, e não na ocupação de espaços da universidade, como forma de fazer revolução."

Desde 2009, a Aliança pela Liberdade trabalha para que as práticas de nossa Universidade sejam guiadas por Liberdade e Excelência Acadêmica. Se se pode atribuir um significado à palavra “universidade”, com certeza ela está ligado à produção e difusão de conhecimento crítico e de ponta. Foi com estas crenças que nosso grupo se apresentou à comunidade acadêmica e assumiu a gestão do Diretório Central dos Estudantes da UnB.
Dois meses se passaram desde nossa posse em 1º de novembro de 2011 e, mesmo sendo um período curto e de transição, já alcançamos algumas importantes e simbólicas conquistas. Entre elas, destacamos as seguintes:
Limpeza do espaço físico do DCE
Para a universidade atingir seu potencial, é essencial que “detalhes” como qualidade do espaço físico e até mesmo sabonete nos banheiros não sejam incômodos para seus usuários. Do mesmo modo, um ambiente sujo e bagunçado, além de ser um péssimo ambiente de trabalho, é exemplar em repelir interessados em ver de perto a representação estudantil. Planos para uma reforma maior do espaço já estão encaminhados. (Fotos)
Permanente abertura ao diálogo
Sempre deixamos claro nosso apreço pela pluralidade de ideias. Estamos em contato cotidiano com membros de outros grupos estudantis que, a despeito da oposição, também lutam por uma universidade melhor e por isso são essenciais ao movimento estudantil. A colaboração dos estudantes, incluindo os membros de chapas opositoras, é bem-vinda. Prova disso foi a ampla divulgação do Conselho de Entidades de Base (CEB), entidade com representação e voto dos CAs. Foram quatro reuniões (3 deliberativas), sendo as pautas e atas disponibilizadas para todos os estudantes através do site do DCE.
Parceria com instituições acadêmicas, sociais e culturais
Nossas portas estão abertas não só à universidade, mas a todos que queiram contribuir por um Brasil melhor. Por isso, firmamos parcerias em eventos de órgãos como IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), IFC (Instituto de Fiscalização e Controle), Escola de Samba Acadêmicos da Asa Norte, entre outros. Além disso, demos ampla publicidade aos eventos culturais promovidos e acadêmicos através do site e de redes sociais.
Assistência Estudantil
Em nossa posse assumimos o compromisso de lutar pela melhoria da assistência estudantil. O momento mais representativo neste campo foi a participação no Orçamento Participativo do Plano Nacional de Educação Superior (OP-PNAES). Divulgamos maciçamente o programa e dedicamos espaços de participação a cada um dos 3 campi avançados, dividindo as restantes em votação no Conselho de Entidades de Base - CEB. Deste modo, qualquer interessado em contribuir para a melhora da Assistência Estudantil na UnB teve como se fazer ouvir.
A atuação da atual gestão foi decisiva ao exigir dados detalhados sobre os recursos disponíveis, sobre a demanda em cada uma das áreas da assistência estudantil, a fim de embasar as decisões. (Para aprofundamento: Permanência e Alimentação são prioridades na Assistência estudantil)
Também acompanhamos de perto e demos apoio a reivindicação dos Estudantes da FUP, que exigiam a construção de um Restaurante Universitário e a conclusão das obras do alojamento estudantil. Além do apoio, procuramos nos informar sobre as causas do atraso nas obras e pressionamos os órgãos competentes a agilizar o processo. (Para aprofundamento: Dignidade aos/às estudantes da FUP)
Novo site do DCE
O novo site do DCE-UnB é uma mudança simbólica para o movimento estudantil. Não pode existir representatividade sem transparência e prestação de contas. A radical reorganização de nossa plataforma virtual permite que, pela primeira vez na história do movimento estudantil da UnB, os estudantes saibam o que está ocorrendo na universidade. Estatuto do DCE, contato dos representantes discentes, eventos e interesses em geral estão próximas do estudante e integradas com as redes sociais. Um exemplo dessa sintonia entre o site e os estudantes foi a página que trata dos cursos de verão, onde disponibilizamos informações atualizadas sobre matérias ofertadas. Foram nada menos que 900 “curtidas” em redes sociais, marca que mesmo os grandes portais da internet raramente alcançam.
Nossos votos para o ano que se inicia
O ano de 2012 tem tudo para ser um ano especial para a UnB e repleto de desafios. Debates sobre a Estatuinte, eleições para Reitor, realização de grandes eventos como o FLAAC (Festival Latino-Americano e Africano de Arte e Cultura). E, mais importante, em 2012 a UnB completará 50 anos de existência, dada a ser comemorada e que deve servir para pensarmos os rumos da universidade. Qual será a UnB dos próximos 50 anos e o que faremos para que ela obtenha ainda mais destaque na produção e difusão de conhecimento, na formação de profissionais, cidadãos e líderes? Ano de comemoração, trabalho e também de reflexão.
Fazemos votos para que em 2012 (e nos próximo 50 anos) nossa universidade seja um espelho do que queremos para nossa sociedade. Que convivamos em um ambiente seguro e humano, que a administração pública seja eficiente e transparente; que bons projetos sejam fomentados, que a democracia e a pluralidade predominem, que o conhecimento se multiplique; que as necessidades especiais sejam atendidas.
Desejamos também que a esperança vença o medo e que o bom-senso vença a ignorância, que cada um contribua da melhor maneira que puder por um país melhor. Que a comunidade acadêmica, em toda sua diversidade, nos ajude na árdua busca por uma UnB melhor.
Estes são nossos mais sinceros votos.
Um ótimo 2012 para todos!
DCE – Gestão Aliança pela Liberdade.

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